sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Nº. 799 - Fim de Semana 4
1. De facto, as aspirações ilimitadas de liberdade são equilibradas pela consciência do homem poder agir conforme o seu desejo, mas de acordo com o espaço que partilha com outrem.
2. Logo, a economia comunalista consolida-se pela tomada do poder de decisão pelos cooperadores, atenuando a burocracia estatal - tanto a capitalista/parlamentarista, como a centralista social-fascista.
3. As poderosas corporações internacionais, embora controladas pelas grandes potências, têm bases espalhadas por todo o mundo, obedecendo apenas a um desígnio - realizar lucros para uma minoria pantagruélica.
4. Repetimos os exemplos de algumas cooperativas que exercem as suas actividades em várias áreas que poderão ser aliciantes para alguns, bem como boas dicas para grupos empreendedores eivados do espírito cooperativo.
5. Os exageros dos fundamentalistas islâmicos, digo, portugueses ultrapassam toda a racionalidade possível, pelo que nos resta apelidá-los de sefardistas, parónima da palavra safardista, esta corruptela de safardana.
6. Despertar consciências é o objectivo do CMC, cooperativismo monárquico.comunalista, porquanto as oligarquias subsistem graças ao consumismo imoderado e à apatia imbelicizante dos mais.
7. A redistribuição da riqueza advogada pelos socialistas (e tolerada pelos liberais) só é possível através de um Estado centralizador atento aos ditames das corporações internacionais, dado que sem produzir, nada há a distribuir.
Nau
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