sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Nº. 792 - Fim de Semana 3
1. Liberais e socialistas, tal como no "Animal Farm", de George Orwell, são já difíceis de distinguir, e o crepúsculo das religiões tradicionais, bem como o esbatimento do "chefe", exigem mais cooperação e menos apropriação.
2. Sem dúvida que a defesa dos interesses comuns assenta na pluralidade normal de raças, credos e de opções políticas, tal como tem sido sugerido pelo cooperativismo monárquico-comunalista, tendo por fundamento a solidariedade e a equidade.
3. Claro que a função cooperativa resume-se à realização dos projectos concertados, democraticamente, de acordo com as aptidões e/ou conhecimentos adquiridos, através do trabalho, pois nada se faz sem a disciplina do trabalho.
4. Nunca é demasiado sublinhar que a actividade cooperativa não se limita ao lugar, aldeia, freguesia, etc., onde a pessoa se encontra, pelo que o aliciamento de cooperadores para lá das fronteiras políticas é essencial, em qualquer parte do mundo.
5. A liberdade política dos nossos dias é maior em relação a qualquer época da História da humanidade, mas o poder da oligarquia económica tem sido globalizado, através da comunicação social e das "lojas" maçónicas, conforme revelado por António José Vilela na obra "Segredos da Maçonaria Portuguesa".
6. Tanto o capitalismo liberal, como o do Estado socialista burocrático, apenas poderão ser contidos por uma luta verdadeiramente popular que, no presente, deverá procurar o apoio de políticos descomprometidos, tal como Garcia Pereira, do PCTP/MRPP.
7. O objectivo dos cooperativistas monárquico-comunalistas é pugnar para a reforma das mentalidades e o estabelecimento de uma sólida economia comunalista.
Nau
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