segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Nº. 795 - Doutrina Cooperativa


1. A concentração do capital em corporações internacionais tornam estas tão poderosas que o Estado se encontra, mor parte das vezes, refém das mesmas.

2. O legislador, multiplicando as normas reguladoras, apenas facilita a vida às grandes corporações que, através das novas tecnologias, dão carta branca a tecnocratas que se apropriam do sistema político pelo gozo do poder.

3. A tão grande flagelo até o centralismo social-fascista soviético descambou, endurecendo o poder na Coreia do Norte e afastando o governo da República Popular da China dos conceitos maoístas, estes tentativamente substituidos por práticas capitalistas.

4. Toda a produção industrial - tal como o comércio por grosso ou a retalho - está orientada para o lucro, esportelando migalhas pelos meios de comunicação social - jornais, rádio, TV - que vão estimulando o consumo em todas as partes do planeta Terra.

5. Por outro lado, o negócio de armas e da droga proporcionam lucros fabulosos, pelo que até os pequenos empresários se sentem motivados para tomar parte na comercialização de tais de tais viciantes produtos.

6. O neo-colonialismo ensaiado no Novo Mundo em inícios do Século XIX é pratica generalizada das grandes potências, num esquema muito próximo daquele vigente na Idade Média, subsistindo as classes laboriosas sob a ameaça da automatização.

7. Resta a prática cooperativa para disciplinar o ímpeto consumista; robustecer uma gestão verdadeiramente democrática; dirimir os vícios financeiros pela via mutualista.

Nau

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