terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Nº. 789 - RAC
1. O cooperativismo é um conceito de vida em sociedade, tendo por fundamento o sistema político, económico e social baseado na cooperação.
2. A actividade cooperativa não se limita ao lugar, aldeia, freguesia, etc., onde a pessoa se encontra, pois sendo mera existência no espaço e no tempo, há que se diligenciar para o sustento próprio, de si e dos seus.
3. Logo, a diáspora portuguesa resultante da emigração - mais ou menos voluntária ou imposta por políticos sem Rei e sem Norte, ronhosos, corruptos, tendencialmente mentecaptos - deverá manter o conceito cooperativo como padrão de vida.
4. Onde quer que se encontre, o emigrante português deverá estar atento ao que se passa em redor, isto é, diligenciar as possíveis actividades cooperativas por aliciamento dos seus contemporâneos, bem como prestar atenção às actividades locais da mesma natureza.
5. O cordão umbilical que o mantém ligado à pátria distante tem por símbolo a figura do Rei e, pelo menos para os cooperativistas monárquico-comunalistas, a bandeira azul e branca, esta como insígnia para uso na lapela ou qualquer peça de roupa.
6. Bom é ter presente que a missão do emigrante não é enriquecer materialmente para investimento no torrão natal - onde políticos corruptos até às reformas por tempo de serviço vão roubar nacos para os seus desmandos habituais - mas adquirir conhecimentos, teóricos e práticos, como ferramentas para uso ao longo da vida.
7. Não podemos deixar de sublinhar que uma formação contínua - tanto para os trabalhadores comuns, como para universitários - é imprescindível, pelo que todo aquele que pretenda emigrar e, caso tenha como porta de saída Lisboa, se inscreva nos cursos práticos da Escola Laser do Major Serôdio Pardal - telfs. 218 491 215 e 218 405 801.
Nau
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