sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Nº. 785 - Fim de Semana 2
1. Quanto ao mercado global, foi aqui dado a entender que o capitalismo de Estado também é importante para impor as novas tecnologias, quando seria mais curial dizer orientar, sim orientar, através de estímulos fiscais, para os recursos próprios, numa dinâmica tecnológica moderna.
2. A dicotomia do trabalho - maximização do lucro através do aumento do consumo; o pleno emprego com baixa produtividade - para o bem-estar do colectivo tem que ter presente as opções individuais, fora do vicioso controlo estatístico, embora tanto a formação académica, como a formação contínua sejam de resultados pouco fiáveis, logo mais eficazes pela via cooperativa.
3. Toda a actividade humana se rege por códigos - morais, preceituais, legais - resultando estes de hábitos (convivência em sociedade) e normas jurídicas pelo que o cooperativismo, não fugindo à regra, tem por fundamento a Lei Basilar, integrada no Código Comercial de Veiga Beirão, bem como toda a jurisprudência e legislação afim.
4. Não ter muita fé na via cooperativista e alimentar crenças desmedidas em ícones de pau carunchoso e/ou num deus ex machina para resolver os problemas comuns é direito que assiste a todo o mundo; mas confundir corporação com cooperativa, e comunalismo monárquico com seita religiosa é tomar o nome Germano por género humano.
5. José Fontana volta à baila por capricho meu porquanto, sendo ele de origem suiça e medularmente integrado, a partir dos verdes anos, na realidade portuguesa, tem a estatura de um Proudhon, com as mesmas preocupações acerca da miséria e real empenho em defender o mutualismo na versão de luta popular.
6. Enquanto uns persistem no erro; outros encolhem os ombros e/ou se apresentam com soluções espartafúdias, Garcia Pereira, do PCTP/MRPP, desdobra-se em intervenções públicas, alertando a malta para uma verdadeira luta popular; abrindo brechas, aqui e além, na muralha do silêncio que se pretende impor a tudo e todos que não se encontram representados na triste Assembleia da República.
7. Ganhe coragem. Mantenha-se atento ao que se passa no mundo do trabalho; à falta de verticalidade da maioria dos políticos lusos; aos cancros republicanóides que persitem na sociedade portuguesa - leia, divulgue e comente: lutapopular@pcptmrpp.org.
Nau
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