terça-feira, 11 de junho de 2013
Nº. 571 - RAC
1. Várias vezes tenho sido contactado por cépticos cooperativistas que apontam o dedo acusador a unidades cooperativas que existem, mas não funcionam.
2. Outros evidenciam a indiferença dos associados na prática cooperativa, esta limitada a formalismos e/ou a rotinas pouco inovadoras e raramente gratificantes.
3. Apnta-se o dedo a uma classe de gestores que faz o percurso profissional naquelas funções com pouca capacidade de estabelecer novos rumos e/ou projectos aliciantes.
4. Sem dúvida que a cooperativa é uma plataforma para a dinamização de actividades vantajosas para os associados desde que estes se sintam identificados com as mesmas.
5. Muitos também são aqueles que carecem de algumas dicas, pois não sabem que tipo de projectos poderão implementar, nem onde adquirir alguns dados para esse efeito.
6, Paracomeçar, a Internet poderá facultar a informação adequada como, por exemplo: http://www.agênciafinanceira.iol.pt./economia-nacional/frio-calor-ar-condicionado-universidade-do-minho/323524-5205.html.
7. A referência acima corresponde a um novo material criado por investigadores da Universidade do Minho que, misturado com argamassa, modela a inércia térmica, para que a habitação aqueça no inverno e arrefeça no verão.
Nau
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