segunda-feira, 10 de junho de 2013

Nº. 570 - Doutrina Cooperativa


1. O gregarismo foi o impulso natural que levou o homem a congregar-se por tal lhe proporcionar uma melhor articulação e segurança.

2. Na consolidação de tal instinto salientaram-se: o chefe que, pela força física e/ou mera empatia, disciplinou as relações entre os mais; a figura do sacerdote, este pelo misto de curandeiro e intérprete dos deuses.

3. Embora a cooperação fosse a tendência inicial para a angariação do sustento da comunidade, cedo alguns membros desta adquiriram o hábito de acumular excedentes para benefício próprio.

4.A amontoação dos referidos excedentes permitiu uma relativa independência aos elementos mais diligentes, aliando-se os da mesma farinha a fim de evitar o esbulho dos mais.

5. Logo, a minoria abastada, aliando-se ao chefe como membro do conselho deste, chegou a eliminar os da mesma igualha, sempre que tal lhe fosse conveniente.

6. Certo é que, tanto no pendor monárquico como no anarquizante, a minoria dirigente fomentava o empobrecimento da maioria a fim de melhor a controlar.

7. Porém, hoje, para combater a burocracia - socialista e/ou liberal - forçoso é reforçar a cooperação entre os homens, sendo a resposta mais racional a do cooperativismo monárquico-comunalista.

Nau

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