terça-feira, 21 de maio de 2013
Nº. 550 - RAC
1. Ora vamos lá pôr os pontos nos ii. Quando, sob a sigla em epígrafe, apresento o exemplo de uma actividade cooperativa este é real porquanto está conotado com uma existência verdadeira.
2. Logo, a Real Actividade Cooperativa mantém as duas acepções possíveis: existência verdadeira conforme sublinhado no parágrafo anterior; amplificação do significado da actividade cooperativa.
3. Claro que não curo saber se nos exemplos apresentados existem cooperantes declaradamente mnárquicos, porquanto o importante é pôr em relevo as diferentes actividades que poderão ser por outrém ensaiadas.
4. Não excluo a hipótese de algumas cooperativas funcionarem canhestramente, isto é, sobreviverem apenas pela carolice de meia dúzia de sócios, mas tal acontece em todas as actividades - umas são boas; outras são francamente más.
5. Por vezes a designação cooperativa é avançada para escamotear interesses particulares - acessos a créditos, programas específicos, actividades políticas - mas tal acontece por determinação de uma minoria e distração de uma ingénua maioria.
6. Logo, o cooperante deverá ser uma pessoa interessada fazendo parte da actividade da sua cooperativa porquanto não basta ser associado - forçoso é agir como tal.
7. Em suma: não cruze os braços; não teça críticas sem avançar com um projecto próprio, tendo presente que o objecto da cooperativa é satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais.
Nau
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