segunda-feira, 20 de maio de 2013

Nº. 549 - Doutrina Cooperativa


1. Alguém com uma intuição razoável, boa preparação física e mental, capaz de distinguir o que é mais adequado na hora das decisões, embora senhor de todos estes predicados, sozinho, passará despercebido de entre os mais.

2. Qualquer bom exemplo de conduta que um cidadão criterioso possa dar está limitado ao círculo onde este se move e, por vezes, dentro do referido círculo, à empatia que possa gerar em relação aos outros.

3. Porém, o conjunto de indivíduos motivados a trabalhar em projectos da sua lavra, embora as capacidades - talentos, habilitações, disposição hormonal, etc. - de cada um sejam diferenciadas, terá uma repercussão muito mais profunda.

4. Sem dúvida que a normal diversidade de carácter que distingue os indivíduos de qualquer associação é uma mais-valia para os projectos que estes possam implementar, multiplicada por ene círculos, logo uma difusão exponencial.

5. Algumas boas almas singelamente costumam chamar a atenção deste espaço para o facto da cooperação entre pessoas não justificar a abdicação de princípios - religiosos e/ou políticos - de cada um dos seus membros, tal como é apanágio do cooperativismo.

6. Claro que o objectivo deste movimento é a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos seus membros, bem como a formação de cidadãos criteriosos, que, logicamente, optarão pela instituição monárquica.

7. A figura do Rei obvia disputas partidárias no topo da comunidade pois este é, de facto, o garante da democracia; referência da portugalidade tanto no rectângulo europeu, como na diáspora portuguesa.

Nau

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