sábado, 11 de maio de 2013

Nº. 540 - Psyche


1. ATENÇÃO: quem ler este apontamento de modo cordato, sem preconceitos, pachorramente, depara-se-á, em determinada altura, com uma moça esbelta, se o leitor for do sexo masculino, ou um rapagão bem parecido, se for do sexo oposto.

2. Os seres humanos procuram sempre justificar as suas acções e até acreditar nas racionalizações que fazem, sendo a maioria dos monárquicos a excepção, apenas para confirmar esta regra, assim navegando à bolina, isto é, conforme o vento lhe dá.

3. Na falta de coordenadas, muitos se voltam para o passado, talvez por desconhecerem a frase de Benetto Croce "Toda a verdadeira história, é história contemporânea, isto é, do presente", pelo que a exaltação do heroismo de outrora é mero lenimento para uma inaptidão ou antes recusa em aceitar o quotidiano.

4. O importante é a conquista da felicidade; o prazer de se sentir realizado, concertando os seus interesses com os que se encontram próximo, tendo presente que a conquista, por si só, será a aquisição de algo gratificante pela força do trabalho.

5. O que me dizem, por vezes, esqueço - razão de conveniência ou constatação da mera inutilidade - mas o que aprendi é recuperado  de acordo com as ocasionais circunstância; porém, naquilo em que me empenho aprendo com mais vigor e consistência.

6. Sem dúvida que a satisfação no trabalho - em tudo que se produz e/ou se realiza - é fonte de acrescidas energias. O cooperante, na capacidade de patrão/empregado, será largamente satisfeito, confirmando-se, destarte, a substância do cooperativismo monárquico-comunalista.

7. Caso ainda não tenha vislumbrado a moça ou o rapaz (a opção é sua) é porque leu o texto demasiado depressa. Pode fazer nova tentativa.

Nau

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