sexta-feira, 26 de abril de 2013

Nº. 525 - Fim de Semana 17


1. Tempo de retrospectiva. Houve um feriado e, apesar dos tempos serem difíceis, alguns felizardos prolongaram o descanso por mais um dia cosendo-o ao último dia da semana.

2.No dia em que não há trabalho por ser uma data festiva, o significado da mesma é irrelevante para a maioria das pessoas, excepto para os abencerragens e apaniguados habituais.

3. Contudo, a festividade em questão, como é pecha da gente lusa, celebra a divisão entre os portugueses: os que apoiavam o salazarismo (corruptela do integralismo) e os que ansiavam pelo fim da ditadura.

4. Logo, este tipo de "revoluções" não passam de mudanças oligárquicas, reflectindo apenas as tendências ocorridas no velho continente europeu - florilégio para muitos; amargos de boca para os vencidos.

5. Sempre que o pluripartidarismo político vigora em Portugal, a demagogia dos seus dirigentes  fatalmente resulta um desequilíbrio das finanças públicas devido à preocupação do factótum de serviço pretender agradar à massa votante.

6. Sempre assim foi, como está patente na crise em curso, e tal como aconteceu nos últimos anos da Monarquia, situação então agravada por um avolumar de confrontos na família europeia, como vai sendo hábito.

7. Não há dúvida. As grandes esperanças justificam a ânsia de mudança, mas tudo continua inexoravelmente no mesmo curso. E porque não tentar a via CMC?.

Nau

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