sábado, 13 de abril de 2013

Nº. 512 - Psyche


1. Avanços na neurociência cognitiva já permitem visualizar o cérebro em transparência e quatro dimensões, bem como a reacção e intensidade da dor por este detectada.

2. Estando o prazer intrinsecamente relacionado com a emoção, a prática sexual permite várias tonalidades de felicidade que, mesmo em grau de energia extrema, apresenta reacções sempre positivas.

3. Diferente dos prazeres simples associados à comida e à bebida, o prazer sexual inicia-se na antecipação ou busca e culmina quando o objectivo é atingido.

4. Por vezes, a dor, o prazer e as emoções concomitantes dão origem a comportamentos mais complexos, desequilíbrados, pelo que a consulta a um técnico qualificado - psicólogo, sexólogo, patologista - se torna aconselhável.

5. O prazer encontra-se associado à curiosidade, à procura e à aproximação do objectivo. Porém, o inadequado comportamento poderá causar excessos ou frustrações repetitivas, fautoras da infelicidade.

6. Assim os comportamentos desviantes - por insegurança, ascendência perturbadora ou má prática - dão origem a redutos aparentemente intransponíveis, sustentados por deformações ou interesses particulares.

7. Na era da informação acessível em segundos e na vertiginosa vivência diária, uns minutos de reflexão poderão fazer toda a diferença.

Nau

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