segunda-feira, 16 de abril de 2012

Nº 156 - Esquerda Monárquica

1. Um apontamento de Liliana Pinto(?), transcrito no blog "Esquerda Monárquica", afirma serem muitos os jovens que acreditam na restauração a Monarquia.

2. Segundo parece, o que tem impressionado a juventude é a existência de um movimento monárquico após 100 anos de um regimen republicano, este sobrevivendo por nunca ter sido devidamente questionado.

3.O testemunho é dado por Ana Baceló que, licenciada em psicologia pela FPCEUP, se limita a afirmar que "um regime monárquico não seria assim nefasto como alguns querem fazer crer", sendo este argumento positivo porquanto nefasto, na Roma antiga, seria um dia de festa que era proibido ocupar-se de assuntos públicos.

4. Por outro lado, Pedro da Silveira, um outro jovem opinativo, afirma que um regime monárquico trará benefícios económicos a Portugal, dado que grande número dos países ricos do mundo são Monarquias, embora eu esteja convencido que tal se deve ao facto da Divina Providência ter sido mais pródiga na distribuição de políticos responsáveis nuns países do que noutros.

5. No entanto, é Angelina Canelas que, na realidade, põe o dedo na ferida concluindo que a maior parte das pessoas não entende o que é a Monarquia e, nada contribuindo para um melhor esclarecimento, limita-se a afirmar que um Portugal monárquico seria um Portugal tão brilhante como foi desde o nascimento.

6. Manuel Rezende é mais pragmático afirmando que a Monarquia "não resolverá de maneira nenhuma, os problemas do país. Esses problemas não são meramente económicos ou sociais. Há toda uma recuperação do espírito português que tem de se ensinar a pátria aquilo que ela significa é a monarquia".

7. Filipe Neto, no mesmo apontamento, faz judiciosos comentários rematando que "em Inglaterra, por exemplo, as pessoas da classe mais baixa adoram a rainha". Mas por que carga de água estes jovens são monárquicos?.

Nau

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