1. Não há qualquer dúvida. Monárquicos e republicanos sofrem do mesmo síndroma, isto é, do síndromo das trevas do erro - não sabem o que querem.
2. O véu diáfano, que na linha do horizonte não deixa conhecer o que existe para lá do mesmo, é comum a monárquicos e republicanos.
3. Assim, perante a crise que desabou sobre a comunidade portuguesa, agravada pela conduta leviana dos dirigentes que mercadejam para os lados de S. Bento, são esgrimidas palavras em catadupa e tardam as soluçoes.
4. Na falta de coisas práticas e autóctones, o recurso é a importação de pacotes com esquemas de viabilidade discutível, mas sinal evidente que impiedosos especuladores farejam tudo que lhes permita o acesso a um lucro confortável e seguro.
5. Os políticos - aqueles que poucas hipóteses têm de alcançar as cadeiras do poder - vociferam soluções radicais, na óptica quanto pior, melhor, certos de que serão entendidos pelo segmento da população mais desesperada.
6. Os fideístas, como é habitual, aguardam um milagre e vão acautelando uma saída airosa que lhes permita salvar o património de estimação.
7. Portugal carece de dirigentes responsáveis e de qulidade, apenas suportando executivos medíocres, sôfregos de chorudas sinecuras.
Nau
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