quarta-feira, 25 de maio de 2016
Nº 1650 - RAC
1. Monárquico e cooperativista será fasquia alta; manter uma actividade regular naquela linha ultrapassa as melhores expectativas.
2. Porém, da diáspora portuguesa, longe do rectângulo ibérico onde o adiar das decisões se cultiva, o emigrado não precisa de se limitar a ser o depositante para o continuado desvairo partidocrático republicano.
3. Atento às experiências cooperativistas das comunidades onde se encontra a labutar, o emigrado poderá estabelecer pontes com as unidades similares do seu torrão natal, consolidando laços de solidariedade.
4. Padrões de alto nível são possíveis de se estabelecer na óptica cooperativista, uma vez que esta tem por fundamento a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados e correlatos.
5. Só a prática da autogestão e do autofinanciamento poderá sustar a exploração dos plutocratas que, de modo deliberado, pretendem viver do trabalho alheio, auferindo o que há de melhor neste mundo e esportulando vitualhas aos seus apaniguados.
6. A comunidade deverá ser gerida pelo conjunto de pessoas que vive e trabalha para o bem-estar comum, ciente de que as riquezas por si geradas não precisam de exógenos administradores.
7. Logo, a figura do rei, como repetidamente temos sublinhado, serve para obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
Nau
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