sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nº. 1345 - Fim de Semana 30


1. A história fascina muita gente, sendo lugar comum afirmar que ela é mestra da vida quando tida como experiência, isto é, prática que não receita política.

2. Monárquicos ditos de esquerda poderão ser tolerados nalguns espaços internáuticos, mas cooperativistas! - coisa que criticam por não entenderem os fundamentos - está fora de questão.

3. A actividade cooperativa assenta na associação de pessoas que - privilegiando a cooperação, a ajuda mútua, a solidariedade, sem a persecução doentia do lucro - administra a entidade colectiva social que se fortalece através da satisfação das necessidades dos co-proprietários.

4. De mãos dadas - a produção, o consumo e a usura - são o poder invisível ao serviço dos plutocratas. Entretanto, sem a intervenção de deuses e sem o amparo de sacerdotes, os cooperativistas juntam os seus magros pecúlios e lá vão fazendo pela vida.

5. A hipótese de férias (minguadas pelos compromissos assumidos) ainda permite o ordenar dos livros nas estantes, trazendo cada um deles lembranças gratas, experiências vividas.

6. Tanto governos autoritários, como os de origem parlamentar são meras caixas de ressonância do grande capital que extravasa fronteiras; o centralismo republicano apartidário de assembleias múltiplas e estrutura piramidal, tem por vértice um consílio deliberativo, suposto controlar o capitalismo estatal.

7. O nosso poder de decisão é, qualitativamente discutível, mas jamais inalienável; o concerto entre unidades cooperativas - uniões, federações e confederações - é o escudo eficaz contra os capitalismos plutocratas ou dos apaniguados do centralismo republicano.

Nau

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