sexta-feira, 3 de julho de 2015

Nº. 1324 - Fim de Semana 27


1. Não há dúvida que somos nós que devemos envidar os adequados esforços para resolver os problemas que nos preocupam dado que, responsáveis por aquilo que fazemos, temos que ter presente que os milagres só por nós poderão ser realizados.

2. Mais fácil será estimular rancores do que amesendar um grupo de pessoas para a discussão de ideias, pois, sendo de largo consenso entre os presentes, naturalmente descambam num coro de loas, paixão exagerada pelo clube com que se simpatiza ou simples extremismos religiosos.

3. Questionar a razão do cooperativismo monárquico-comunalista não se trata de uma veleidade, mas o sublinhar de uma forma lógica, natural, para a reorganização da Comunidade, tanto para a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos indivíduos, como para o combate aos excessos dos plutocratas liberais e dos socialistas adeptos do centralismo burocrático.

4. Falar do cooperativismo - apontando erros ou salientando factos positivos - é um bom exercício mental, tendo presente que a maioria das pessoas, embora atenta aos exemplos, manifesta certa relutância em tomar decisões e, sobretudo, em assumir responsabilidades, delegando o poder de decisão a demagogos ao serviço dos plutocratas e/ou de tecnocratas socialistas, estes empenhados em transformar cidadãos em meros pensionistas do Estado.

5. A liberdade de expressar as suas ideias, de contrariar as teses que não são do seu agrado, de apontar hipóteses viáveis e/ou exemplos dignos de ponderação é o que justifica a existência deste espaço, tendo presente que o diálogo exige possibilidade/capacidade para o realizar.

6. Segundo parece, até o soberano a prazo Cavaco Silva já reconheceu ser o Presidente da República daqueles que nele votaram, conforme lembrou Garcia Pereira na entrevista ao canal ETV, programa Em Foco, já disponível no vídeo "Cavaco Silva e o 10 de Junho", www.lutapopularonline.org.

7. A liberdade comezinha da faculdade de agir ou não agir por iniciativa própria; a liberdade do mercado; a liberdade de imprensa; a liberdade de (e no) votar, não terá qualquer significado caso não seja possível uma escolha real, tal como é enunciado pelo CMC.

Nau

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