segunda-feira, 20 de julho de 2015

Nº. 1341 - Doutrina Cooperativista


1. A cooperativa é uma unidade de produção e/ou consumo destinada ao fornecimento de bens ou de serviços à comunidade.

2. Os bens de capital ou consumo são provenientes das empresas agrícolas ou industriais; os serviços são proporcionados pelas empresas de transporte, empresas de saúde, empresas seguradoras, empresas bancárias, etc., relevantes para a consolidação de uma Economia Social.

3. A actividade cooperativa assenta na associação de pessoas que - privilegiando a cooperação, a ajuda mútua, a solidariedade sem a persecução doentia do lucro - administra a entidade colectiva social que se fortalece através da satisfação das necessidades dos co-proprietários.

4. O benefício dos associados exige a aplicação de critérios racionais e de eficiência implementados pelos elementos administrativos a fim de manter uma coesão operacional e adequada proximidade, tornando ainda mais claro e vinculativas as decisões e inerentes juízos.

5. A ajuda mútua vem dos tempos mais remotos - a Idade da Recolecta, a Antiguidade longíqua, o Império Romano, a Idade Moderna - impondo-se nos nossos dias como o escudo mais eficaz contra o capitalismo liberal e  o capitalismo socialista, ambos burocratizantes porquanto assenta em minorias com fome de poder.

6. O aumento vertiginoso da produção e consumo - ambos tendentes à maior escravização do maralhal aos apetites das supracitadas minorias - fundamenta-se na apropriação doentia  e no apetite pantagruélico dos usurários que multiplicam a produção de drogas e armas de destruição maciça, comprometendo a saúde do Planeta Azul.

7. Ajuda mútua e solidariedade; participação activa; integração harmoniosa na comunidade (comunalismo); educação e instrução cooperativas; revitalização do espírito sublime de Reino (sem preconceitos sociais, raciais ou religiosos) são as teses defendidas pelo CMC.

Nau

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