domingo, 7 de junho de 2015
Nº. 1298 - Portal Comunalista
1. O IBEM, Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos, foi o modelo inspirador deste espaço cooperativista.
2. De facto, não basta afirmar-se monárquico; o que importa é aduzir razões e avançar com propostas realistas, válidas, para combater os ímpetos dos plutocratas, bem como o centralismo burocrático.
3. A defesa do parlamentarismo de espírito partidocrático apenas serve para manter o statu quo, cultivando o voto irresponsável tão do agrado da burguesia que apenas se satisfaz com o desfrutar do trabalho alheio, limitando-se a controlar a produção dos bens essenciais e o incentivado consumo pela via usurária.
4. Não há qualquer dúvida que, as ramas de petróleo, desde os finais do século XIX, impuseram um tipo de vida pouco saudável - tanto para a população, como para o planeta - com o labiríntico aumento de profundas cavernas que torna a crosta terrestre cada vez mais instável.
5.A explosão demográfica e a mecanização das unidades produtivas - dispensando a mão de obra que se torna cada vez mais barata - será uma das razões pela qual os plutocratas têm optado pela indústria farmacêutica e do comércio das armas, multiplicando o número dos barões da droga e os conflitos regionais.
6. Difícil é compreender o silêncio que se cultiva acerca de temas tão importantes para a subsistência da humanidade, persistindo-se na linha de pão e circo, isto é, subsídios degradantes e futebol a esmo.
7. O actual silêncio no IBEM é sepulcral, talvez alheamento deliberado e/ou mera desistência dos seus mentores.
Nau
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