sexta-feira, 5 de junho de 2015
Nº. 1296 - Fim de Semana 23
1. A energia, homogénea no espaço, não é no tempo, afastando-se as galáxias umas das outras por continuada expansão.
2. O cooperativismo monárquico-comunalista opõe: a cooperação determinada ao doentio espírito apropriador; o governo e administração multipartidário do Povo à figura apartidária do Rei; a multiplicação das unidades cooperativas à hegemonia plutocrática dos liberais e/ou à burocrática dos socialistas; o comunalismo sem discriminação social, política e religiosa ao centralismo redentor.
3. Tanto a trilogia dos maçons gauleses - Liberte, Égalité, Fraternité - adoptada pelos republicanos do bacalhau a pataco, como a trilogia - Deus, Pátria, Rei - sublimada pelo Integralismo Lusitano, pouco nos dizem, limitando-nos a rectificar a incongruência com a trilogia - Liberdade, Equidade, Solidariedade.
4. A prática cooperativa privilegia a utilização de capitais próprios e o concerto das actividades produtivas, tendo por alvo a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos associados pela via da autogestão.
5. Na Batalha de São Mamede, em Guimarães, no ano de 1128, travada entre Afonso, filho de Henrique de Bolonha, e sua mãe, Teresa de Portucale, ficou decidido o afastamento da região de Entre Douro e Minho da influência da Galiza, conforme sublima Domingos Amaral na sua mais recente obra - Assim Nasceu Portugal.
6. O poder é daquele que está investido na direcção de outros indivíduos, incensado por uma minoria de sacerdotes e rodeado por uma clientela de bafejados - nobreza nos tempos idos; apaniguados no presente.
7. Logo, a luta popular tendente a pôr cobro à exploração do homem pelo homem só poderá ser levada a cabo por todos, sem excepção, numa prática cooperativista.
Nau
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