domingo, 19 de abril de 2015
Nº. 1249 - Portal Comunalista
1. Para alguns monárquicos, Monarquia é algo cristalizado em tempos idos; predominância burguesa pela via partidária e parlamentar; ultramontanismo, "embora tolerante com outros credos religiosos".
2. A doutrina monárquica, tal como a tradição, renova-se à semelhança das águas de um rio caudaloso e, embora o leito seja constante, o ímpeto e o substrato variam em harmonia com o fluxo vital.
3. Conquanto defensor de todos os movimentos progressistas do seu tempo, John Stuart Mil (1806-73), no âmago do seu coração, esperava que os melhores elementos de uma comunidade norteassem esta sempre para bons portos.
4. Também alguns monárquicos supõem que a aristocracia (forma de governo em que o poder é exercido por uma minoria de pessoas notáveis) é sinónimo de nobreza (grupo social de antanho com certas prerrogativas que se transmitiam por herança) e capricham na usança de brasões e títulos de validade mais do que duvidosa.
5. Por outro lado, sendo evidente que todas as religiões são fraude e nefastas à humanidade pelo fanatismo e ódios patentes nos nossos dias, há muitos monárquicos que pretendem impor o fideísmo, dado que, para eles, a fé suplanta a razão.
6. Todos nós (com justificáveis excepções) honramos os nossos Pais e prescindimos de actos eleitoralistas para assumir qualquer tipo de responsabilidades, reconhecendo a figura do nosso Rei como o garante da Democracia por obviar disputas partidárias no topo da Comunidade.
7. Somos cooperativistas por ser esta a melhor via para a satisfação das nossas necessidades económicas, sociais e culturais, bem como para fomentar a autogestão, base da doutrina comunalista, sem passadismos, espírito de classe, fideísmos, xenofobismos e coisas da mesma jaez.
Nau
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