sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Nº. 1170 - Fim de Semana 5


1. Não podemos confiar no político - aquele que se ocupa partidariamente da coisa púbica - porquanto, de modo deliberado, mente. Logo, urgente é lutar contra a dominante classe burguesa.

2. Mas afinal o que é a liberdade? O poder de alguém actuar sem outra causa que não seja o próprio exercício desse poder? Expressão livre do modo de pensar, sem peias nem obrigações? Ou a cooperação+conserto+consenso advogado pelos cooperativistas?

3. Assim, cooperar através de denúncias públicas, exigindo uma investigação coerente às práticas dos agentes políticos, bem como da função dos tribunais, da acção das autoridades, etc., é um primeiro passo, tal como tem sido sugerido na "Luta Popular". pelo PCTP/MRPP.

4. Aqui, no CECIM, pretendemos sublinhar que monárquico não é aquele com pretensões nobiliárquicas; apego a credos religiosos; visão clubística acerca das práticas meramente políticas, agindo de modo diletante por passatempo.

5. Ventilar ideias é importante e todos aqueles que pretendam botar palavra a este respeito têm aqui espaço aberto para o efeito, não esquecendo a regra dos 7 parágrafos dado que não é justo ser apenas eu o escravo de tal procedimento.

6. O dualismo, timbre da civilização europeia, admite posições antagónicas - o bem e o mal; o céu e o inferno; a esquerda e a direita - que na política se verifica na alternância no poder de dois partidos eleitoralmente predominantes, estes aliciando franjas das outras forças políticas ou barrando o poder a estas.

7. Logo, as soluções miraculosas - tanto de direita, como de esquerda - são desilusões meramente adiadas.

Nau

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