domingo, 11 de janeiro de 2015
Nº. 1151 - Portal Comunalista
1. Os habitantes deste planeta azul na pré-história formavam pequenos grupos para defesa mútua e deambulavam por áreas férteis onde pudessem colher frutos (Idade da Recoleta) para a sua subsistência.
2. Provavelmente, durante um dos incêndios originados por fenómenos naturais, algum animal desprevenido foi colhido e assado pelas chamas, tendo a sua carne sido degustada por um membro da tribo que saciou a sua curiosidade ou mero desejo de comer.
3. Outras hipóteses também são aceitáveis tendo em conta que a morte de um proeminente membro do grupo original poderia ser uma oportunidade para os sobreviventes se alimentarem, satisfazendo o estômago e crença de adquirir os predicados do defunto.
4. Algumas destas práticas - defesa, recoleta, caça, etc. - serviam para estreitar os laços entre os membros do mesmo grupo e cedo se transformavam em regras que, pela sua observância, aumentavam a segurança e sobrevivência da comunidade.
5. Claro que as tais regras de segurança deram azo aos fundamentos religiosos, sendo estes cuidadosamente defendidos por velhos e feiticeiros/curandeiros, estes naturais herdeiros da cultura do grupo.
6. Tais factos são para aqui trazidos apenas para lembrar que os tempos da religião ser o sedimento da comunidade há muito que acabou, logo é disparate tentar impingir imagens de santos e santinhos no presente, até porque a variedade de seitas é tão grande que fácil é presumir serem todas falsas.
7. A comunidade em que vivemos faz parte da grande Comunidade portuguesa (que não se limita ao rectângulo Ibérico e ilhas adjacentes) espraiada pelo planeta azul procurando satisfazer as nossas necessidades económicas, sociais e culturais através de unidades cooperativas, sem discriminações sociais, raciais, políticas ou religiosas.
Nau
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