terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Nº. 1167 - RAC
1. As cooperativas - tanto as do rectângulo Ibérico, como as espalhadas pelos cinco continentes - têm aqui um espaço gratuito reservado para a divulgação das suas actividades.
2. Volto a sugerir à rapaziada estadunidense, ainda com fortes raízes lusas, que exponha, neste espaço, projectos e esperanças, apostando no estreitamento de laços que o linguajar luso proporciona.
3. O mesmo apelo é dirigido às fortes comunidades portuguesas da França, Alemanha e Reino Unido, bem como a todos aqueles que labutam no continente africano, a fim de ser criada uma rede de contactos profícuos.
4. Aos mentores do "IBEM - Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos" tomo a liberdade de chamar a atenção para o facto das loas às práticas tradicionalistas não bastarem, porquanto o que importa é dialogar, combatendo o espírito de classe burguesa.
5. Ronhentamente, alguns pretendem associar o "CECIM- Cooperativismo Monárquico" a um grupo de esquerda, vagamente ateu, esquecendo que as cooperativas estão abertas às pessoas com interesse em utilizar os serviços destas e dispostas a aceitar as responsabilidades de sócios, sem qualquer discriminação social, racial, política ou religiosa.
6. Aqui, no "CECIM", pretendemos sublinhar que monárquico não é aquele com pretensões aristocráticas; apegos a credos religiosos; visão clubística acerca das práticas meramente políticas, agindo de modo diletante por passatempo.
7.Privilegiamos a cooperação à apropriação doentia; privilegiamos a figura do rei por esta obviar disputas sectárias no topo da Comunidade; privilegiamos o espírito comunalista por este ser a ÚNICA via no combate ao espírito da burguesia dominante.
Nau
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