sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Nº. 1016 - Fim de Semana 35


1. Sem dúvida que o poder é soberania, autoridade, domínio, energia e outras coisas mais que - fugaz e dificilmente - por pressuposto sacia a fome de poder.

2. Para grande número de pessoas, ser monárquico ou republicano não oferece qualquer dificuldade em acreditar na excelência da opção assumida, embora tanto um ou outro não se dê ao trabalho de verificar tal asserção.

3. Urge, não a abjuração do credo republicano na comunidade, mas o aumento em número dos cidadãos criteriosos, sendo tal possível através da prática cooperativa.

4. Os milagres são praticáveis mas dão muito trabalho a realizar pelo que é mais curial optar pela cooperação em vez do cultivo da apropriação doentia.

5. A aristocracia é formada por gente notável no exercício das funções governativas (ou próximo destas) pelo que, nos dias de hoje, apontamos o dedo aos Castros de Cuba, aos Kim Il Sung da Coreia do Norte, bem como aos Estalines, ussolinis, Hitlers, etc. de um passado que convém não esquecer.

6. Todo o mundo fala de democracia apostando em oligarquias partidárias, estas suportadas por actos eleitorais anódinos usados para, supostamente, representar a vontade do povo por mera delegação de poderes, embora o verdadeio poder esteja nas mãos de despurados tecnocratas.

7. O bácolo do cardeal onde este se apoia; a coroa que pesa na cabeça do soberano; o barreto frígio que enfiam no povo, etc., são meros símbolos do poder.

Nau

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