sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Nº. 1009 - Fim de Semana 34
1. A fome ou o impulso para o poder (peo menos no homem) e difícil de atingir a plena satisfação.
2. Dirimindo a importância da gestão partidária de índole clubista no municipalismo vigente, o cooperativismo monárquico comunalista procura fomentar a autogestão (de que é escola prática) na comunidade dando origem a reais e sãs comunas dignas de tal nome.
3. O acto de gerir - administrativa e construtivamente - projectos de interesse de muitos (ou de todos) numa plataforma comum, democratiza decisões e esbate os impulsos consumistas.
4. A razão cooperativista assenta na liberdade, equidade e solidariedade, frequentemente enviesada pelo vício sectário/clubista que urge arredar para forum próprio.
5. Qualquer mensagem dirigida a um público heterogénico tem que ser o mais clara possível e repetida vezes sem conta, particularmente quando exposta em espaços de duração efémera.
6. Na perspectiva comunalista a autogestão só poderá ser eficaz mediante o concurso de todos.
7. O cooperativismo monárquico-comunalista identifica-se com a luta popular.
Nau
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