sábado, 30 de agosto de 2014

Nº. 1- Psyche


1. Num dado ambiente apercebemo-nos, com naturalidade, daquilo que aguqrdamos, mas não do imprevisto.

2. O problema está no excesso de informação obtido pelos sentidos, bem como na selectividade funcional do cérebro.

3. Imaginamos pormenores quando pretendemos reconstruir o facto real, embora os mesmos não tenham ocorrido, mentindo na exposição verbal sem deliberadamente mentir.

4. Num ambiente familiar mas completamente às escuras, isto é, na falta de luz, o cérebro conduz os passos dando nitidez aos objectos com base na memória que guarda da posição dos mesmos.

5. Atrevo-me a chamar a tal facto de lógica comportamental, colhendo de surpresa aquele que se desloca em tais condições ao defrontar objectos imprevistos.

6. Sublinho o imprevisto que, no caso vertente, nada tem a ver com algo conjecturado, mas sim com a memória (faculdade psíquica) proporcionada pelos sentidos.

7. O córtex cerebral controla as tarefas visuais/motoras pela direita e os problemas lógicos pela esquerda, sendo ambas funções essenciais para o equilíbrio comportamental.

Nau

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