terça-feira, 26 de agosto de 2014

Nº. 1013 - RAC


1. O penúltimo apontamento, logo no parágrafo inicial, meteu um inusitado pum, em vez de singelamente afirmar "entrada principal (p)ara o for(um) dos debates públicos".

2. Tal é devido à diferença de fusos horários, bem como à pressão de uns e ao cansaço de outros, tudo isto partilhado por "sistemas informáticos emocionais", veteranos na luta contra viroses e hackers caprichosos.

3. Só por carolice, a marcha continua na esperança de que o bom-senso prevaleça, motivando um crescente número de pessoas a assumir as suas responsabilidades em vez de delegar actos decisórios em gente desconhecida e corrptível.

4. Ninguém melhor do que o próprio sabe aquilo que melhor lhe convém, embora alguns levem mais tempo a tomar uma decisão e outros procurem tirar vantagens pessoais das indecisões circunstanciadas e/ou meramente induzidas.

5. Poderemos continuar apresentando exemplos de unidades cooperativas que funcionam regularmente, mas haverá sempre alguém que denunciará eventuais erros e/ou dificuldades sem avançar com pragmáticas soluçoes.

6. Os milagres são possíveis mas dão muito trabalho a realizar pelo que mais curial será optar pela cooperação em vez do cultivo da apropriação doentia.

7. Logo, repetimos: Monarquia significa governo de um só, o Povo, servindo a figura do Rei para obviar disputas partidárias no topo da comunidade.

Nau

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