quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Nº. 1015 - Luta Popular


1. que alguns presumam que a aristrocracia é uma classe social de mérito superior pelas suas excelsas qualidades, nada tenho a objectar.

2. Que a forma de governo, em que o poder cabeaos nobres que, por nascimento ou por decisão de um soberano goza de certos priviégios e tem certos títulos, cheira-me a coisa de um passado longíquo, mas cada qual pára no tempo que mais lhe convém.

3. Que a aristocracia, isto é, o governo dos melhores, seja formado pela classe de fidalgos é de um absurdo torpe (embora se verifique no regimen vigente), apenas defensável por sectários e/ou nefelibatas caquécticos, na linha de cadáveres adiados, sem préstimo de alguma espécie.

4. Que todo mundo fale de democracia (como governo do povo) para mascarar oligarquias partidárias suportadas poractos eleitorais anódinos usado para, supostamente, representar a vontade do povo por delegação de podres, embora o verdadeiro poder esteja nas mãos de despudorados plutocratas.

5. Que os movimentos radicais prometam ditaduras transitórias em nome do povo, posto que este apenas seja a expressão de uma quantidade (cifra ou algarismo) nas estatísticas de burocratas que, acima de tudo, protegem singelamente, os seus interesses particulares.

6. Que, no confronto entre plutocratas-usurários e liberais empreendedores, estes também vassalos da alta finança, a alternativa será a associação de produtores/consumidores numa prática mutualista, opondo a cooperação à apropriação doentia.

7. Logo, a reforma das mentalidades só poderá ser realizada pelas nossas próprias mãos, na via CMC.

Nau

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