terça-feira, 19 de agosto de 2014

Nº. 1006 - RAC


1. abido que na actividade cooperativa não há lugar para qualquer discriminação social, política ou religiosa, porquê sublimar neste espaço os fundamentos monárquicos?.

2. Claro que diferenciar é gerar ou aumentar a diversidade num todo - o que não é o objectivo do cooperativismo medularmente aclubista - porém a não discriminação é procurar justamente o efeito contrário.

3. Trabalhar juntamente para a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais não obriga os eventuais participantes a ter as mesmas crenças, princípios ou clubismos.

4. A razão cooperativista assenta na liberdade, equidade e solidariedade, frequentemente enviesada pelo vício sectário/clubista que urge arredar para forum próprio.

5. Na comuna impregnada pelo espírito cooperativo a pecha facciosa vai sendo diluida na prática do trabalho concertado que opõe a cooperação à apropriação doentia.

6. Sem dúvida que s partidos políticos são essenciais numa democracia desde que os seus representantes actuem em sede própria, isto é, na Casa da Democracia.

7. Por outro lado, a figura do Rei é imprescindível por obviar disputas partidárias viciantes, isto é, clubistas, no topo da comunidade.

Nau

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