domingo, 31 de agosto de 2014
Nº. 1018 - Portal Comunalista
1. Notícias relativas a comportamentos anti-sociais são o prato do dia, alarmantes para os mais indefesos ou traumatizados.
2. De facto, para aqueles que enfrentam diariamente o risco na luta pela subsistência - quer atrás de um balcão, quer como segurança profissional - o perigo é uma contingência lamentável.
3. Sem dúvida que os meios de comunicação social são responsáveis pelo doentio relevo que dão aos actos violentos, bem como aos programas de entretenimento, mas são estes que prendem mais a atenção das pessoas.
4. Claro que também há largo público para os programas "cor de rosa", porém tais receitas são procuradas mais pelos jovens suspirantes, matronas desfavorecidas ou menopausas extemporâneas.
5. Notícia é tudo que choca ou surpreende - quer pela desgraça irreparável, quer pela novidade - devido ao carácter fora do comum ou mera indiscrição, por pressuposto cultivada.
6. Logo, o pequeno crime, acto pusilâmine, cospurcação do espaço comum, atropelo deliberado e/ou ocasional passa despercebido, mas não deixa de ser pernicioso pela multiplicação de actos idênticos.
7. Denunciar publicamente comportamentos anti-sociais, documentados com fotografias e/ou testemunhos indesment+iveis é prática relevante para responsabilização dos +revaricadores e uma boa malha para a reforma das mentalidades.
Nau
sábado, 30 de agosto de 2014
Nº. 1- Psyche
1. Num dado ambiente apercebemo-nos, com naturalidade, daquilo que aguqrdamos, mas não do imprevisto.
2. O problema está no excesso de informação obtido pelos sentidos, bem como na selectividade funcional do cérebro.
3. Imaginamos pormenores quando pretendemos reconstruir o facto real, embora os mesmos não tenham ocorrido, mentindo na exposição verbal sem deliberadamente mentir.
4. Num ambiente familiar mas completamente às escuras, isto é, na falta de luz, o cérebro conduz os passos dando nitidez aos objectos com base na memória que guarda da posição dos mesmos.
5. Atrevo-me a chamar a tal facto de lógica comportamental, colhendo de surpresa aquele que se desloca em tais condições ao defrontar objectos imprevistos.
6. Sublinho o imprevisto que, no caso vertente, nada tem a ver com algo conjecturado, mas sim com a memória (faculdade psíquica) proporcionada pelos sentidos.
7. O córtex cerebral controla as tarefas visuais/motoras pela direita e os problemas lógicos pela esquerda, sendo ambas funções essenciais para o equilíbrio comportamental.
Nau
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Nº. 1016 - Fim de Semana 35
1. Sem dúvida que o poder é soberania, autoridade, domínio, energia e outras coisas mais que - fugaz e dificilmente - por pressuposto sacia a fome de poder.
2. Para grande número de pessoas, ser monárquico ou republicano não oferece qualquer dificuldade em acreditar na excelência da opção assumida, embora tanto um ou outro não se dê ao trabalho de verificar tal asserção.
3. Urge, não a abjuração do credo republicano na comunidade, mas o aumento em número dos cidadãos criteriosos, sendo tal possível através da prática cooperativa.
4. Os milagres são praticáveis mas dão muito trabalho a realizar pelo que é mais curial optar pela cooperação em vez do cultivo da apropriação doentia.
5. A aristocracia é formada por gente notável no exercício das funções governativas (ou próximo destas) pelo que, nos dias de hoje, apontamos o dedo aos Castros de Cuba, aos Kim Il Sung da Coreia do Norte, bem como aos Estalines, ussolinis, Hitlers, etc. de um passado que convém não esquecer.
6. Todo o mundo fala de democracia apostando em oligarquias partidárias, estas suportadas por actos eleitorais anódinos usados para, supostamente, representar a vontade do povo por mera delegação de poderes, embora o verdadeio poder esteja nas mãos de despurados tecnocratas.
7. O bácolo do cardeal onde este se apoia; a coroa que pesa na cabeça do soberano; o barreto frígio que enfiam no povo, etc., são meros símbolos do poder.
Nau
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Nº. 1015 - Luta Popular
1. que alguns presumam que a aristrocracia é uma classe social de mérito superior pelas suas excelsas qualidades, nada tenho a objectar.
2. Que a forma de governo, em que o poder cabeaos nobres que, por nascimento ou por decisão de um soberano goza de certos priviégios e tem certos títulos, cheira-me a coisa de um passado longíquo, mas cada qual pára no tempo que mais lhe convém.
3. Que a aristocracia, isto é, o governo dos melhores, seja formado pela classe de fidalgos é de um absurdo torpe (embora se verifique no regimen vigente), apenas defensável por sectários e/ou nefelibatas caquécticos, na linha de cadáveres adiados, sem préstimo de alguma espécie.
4. Que todo mundo fale de democracia (como governo do povo) para mascarar oligarquias partidárias suportadas poractos eleitorais anódinos usado para, supostamente, representar a vontade do povo por delegação de podres, embora o verdadeiro poder esteja nas mãos de despudorados plutocratas.
5. Que os movimentos radicais prometam ditaduras transitórias em nome do povo, posto que este apenas seja a expressão de uma quantidade (cifra ou algarismo) nas estatísticas de burocratas que, acima de tudo, protegem singelamente, os seus interesses particulares.
6. Que, no confronto entre plutocratas-usurários e liberais empreendedores, estes também vassalos da alta finança, a alternativa será a associação de produtores/consumidores numa prática mutualista, opondo a cooperação à apropriação doentia.
7. Logo, a reforma das mentalidades só poderá ser realizada pelas nossas próprias mãos, na via CMC.
Nau
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Nº. 1014 - Prelo Real
1. Com muita tristeza e alguma frustração, tomei conhecimento da estatística relativa aos visitantes deste espaço, e o elevado interesse manifestado pelo tema"nobreza" deixa-me perplexo.
2. Nos dias de hoje, em que a hereditariedade se encontra praticamente limitada à transmissão dos caracteres normais e patológicos dos organismos através das gerações, como é possível persistir tanta curiosidade acerca de uma classe castreja há muito tempo já extinta.
3. Claro que as origens e tradições de vetustas famílias, o entrecruzar de apelidos, sinais heráldicos e respectivos brasões são a paixão de alguns curiosos, idêntica à dos coleccionadores de selos de correio e/ou de quaisquer outros objectos da mesma espécie reunidos por mania, capricho ou amor à arte.
4. O povo português, formado há longos séculos por muitas e desvairadas gentes, de certo que compreende a existência - mesmo nas famílias mais tradicionais - do heroi e do poltrão; do santo e do criminoso; do erudito e do néscio, dos quais apenas celebra, por conveniência, os de maior valor.
5. A aristocracia é formada por gente notável no exercício das funções governativas (ou próximo destas) pelo que, nos dias de hoje apontamos o dedo aos Castros de Cuba, aos Kim Il Sung da Coreia do Norte, bem como aos Estalines, Mussolines, Hitlers, etc. de um passado que convém não esquecer.
6. Por outro lado, ter progenitores ilustres em nada garante a qualidade da descendência pelo que, até nas sucessões dinásticas, o presuntico herdeiro terá que ser reconhecido por aclamação, mas completamente alheio aos rodriguinhos, ambições oportunísticas e mesquinhices de cripto-republicanos ronhosos.
7. Bom é chamar uma vez mais a atenção para o facto da ilustre figur do Rei, por si só, obviar disputas sectárias no topo da comunidade, pelo que o importante é a reforma das mentalidades
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Nº. 1013 - RAC
1. O penúltimo apontamento, logo no parágrafo inicial, meteu um inusitado pum, em vez de singelamente afirmar "entrada principal (p)ara o for(um) dos debates públicos".
2. Tal é devido à diferença de fusos horários, bem como à pressão de uns e ao cansaço de outros, tudo isto partilhado por "sistemas informáticos emocionais", veteranos na luta contra viroses e hackers caprichosos.
3. Só por carolice, a marcha continua na esperança de que o bom-senso prevaleça, motivando um crescente número de pessoas a assumir as suas responsabilidades em vez de delegar actos decisórios em gente desconhecida e corrptível.
4. Ninguém melhor do que o próprio sabe aquilo que melhor lhe convém, embora alguns levem mais tempo a tomar uma decisão e outros procurem tirar vantagens pessoais das indecisões circunstanciadas e/ou meramente induzidas.
5. Poderemos continuar apresentando exemplos de unidades cooperativas que funcionam regularmente, mas haverá sempre alguém que denunciará eventuais erros e/ou dificuldades sem avançar com pragmáticas soluçoes.
6. Os milagres são possíveis mas dão muito trabalho a realizar pelo que mais curial será optar pela cooperação em vez do cultivo da apropriação doentia.
7. Logo, repetimos: Monarquia significa governo de um só, o Povo, servindo a figura do Rei para obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
Nau
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Nº. 1012 - Doutrina Cooperativista
1. Actuar ao mesmo tempo e para o mesmo fim é prática salutar e coisa susceptível de esvaecer a cultivada apropriação doentia.
2. Tendência para situar os interesses próprios como objecto central de toda actividade, sem consideração pelos outros - mesmo por aqueles que lhes são mais próximos - é disposição anormal.
3. Braços cruzados - não como atitude de repouso e/ou expectante, mas de contumácia agressiva - é característica daqueles que nada fazem e/ou deixam fazer, num continuado juizo destrutivo.
4. AQ frustração torna a maioria das pessoas agressivas, daí o empenho de certos monárquicos em cultivarem o desporto do ataque ao herdeiro da Coroa Portuguesa, sendo a prática cooperativa a adequada alternativa.
5. Os consórcios de fabricantes aliados às associações de distribuidores facilmente controlam o escoamento dos produtos, numa óptica de aumento do consumo e vantagem económica para a minoria habitual.
6. Urge, não a abjuração do credo republicano na comunidade, mas o aumento em número dos cidadãos criteriosos, sendo tal possível através da prática cooperativa.
7. O regresso do Rei é certo, por este obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
Nau
domingo, 24 de agosto de 2014
Nº. 1011 - Portal Comunalista
1. Sem dúvida que o erro foi meu ao apelidar este espaço de entrada principal pum dos debates públicos.
2. Para grande número de pessoas, ser monárquico ou republicano não oferece qualquer dificuldade em acreditar na excelência da opção assumida, embora tanto um ou outro não se dê ao trabalho de justificar tal asserção.
3. Claro que, num inopinado confronto, se evocam valores sublimes dispensando esta ou aquela justificação, tidos como algo intrínseco, independente de qualquer convenção ou arbítrio.
4. Porém, o valor de alguma coisa provém de utilidade do emprego desta pelo que será pouco sensato defender uma doutrina quando, na prática, se baseia em pressupostos contrários.
5. Aparentemente, todo o mundo virou democrático, fundamentado no princípio de que toda autoridade emana do povo e se materializa na participação deste na gestão dos interesses comuns, limitando-se em delegar em minorias a condução das suas vidas.
6. Deste modo se fomenta a ascensão de caudilhos iluminados, sejam estes da estirpe estalinesca, hitleriana, chavesca, etc., ou do colégio dos corruptos que se mascara de Governo.
7. Logo, discutir os direitos do herdeiro da Coroa Portuguesa ou do que este faz o não faz (esquecendo que é a nós que tudo cumpre fazer) será mero estratagema cripto-republicano.
Nau
sábado, 23 de agosto de 2014
Nº. 1010 - Psyche
1. Poder é soberania, autoridade, domínio, energia e outras coisas mais que - fugaz e dificilmente - por pressuposto sacia a fome gerada.
2. O poder será sacerdotal quando imposto por grupos de pessoas tidos como intérpretes da vontade do divino, esta recheada de fórmulas e preceitos que há mister o todo observar.
3. Também o poder real tem algo de sagrado, particularmente nos nossos dias, quando se sobrepõe ao clubismo partidário, assumindo-se como o símbolo da comunidade.
4. O poder do Estado de Direito sobre os cidadãos mascara a força discricionária dos possidentes, esta baseada no controlo da produção e distribuição de bens e serviços destinados a satisfazer as necessidades humanas.
5. Frequentemente o poder revolucionário procura mudar, radicalmente, os credos e hábitos mentais estabelecidos, resultando mera substituição de actores políticos por carência de uma consciente e cultivada vontade popular.
6. O poder económico - eduto da minoria possidente - reside no conjunto de leis que presidem à produção e distribuição da riqueza, mediante o controlo da opinião pública e corrupção sistemática das vontades particulares.
7. Finalmente, o poder omnipotente do acordo da generalidade das pessoas (cultivado monopólio estatal) acerca da apropriação doentia.
Nau
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Nº. 1009 - Fim de Semana 34
1. A fome ou o impulso para o poder (peo menos no homem) e difícil de atingir a plena satisfação.
2. Dirimindo a importância da gestão partidária de índole clubista no municipalismo vigente, o cooperativismo monárquico comunalista procura fomentar a autogestão (de que é escola prática) na comunidade dando origem a reais e sãs comunas dignas de tal nome.
3. O acto de gerir - administrativa e construtivamente - projectos de interesse de muitos (ou de todos) numa plataforma comum, democratiza decisões e esbate os impulsos consumistas.
4. A razão cooperativista assenta na liberdade, equidade e solidariedade, frequentemente enviesada pelo vício sectário/clubista que urge arredar para forum próprio.
5. Qualquer mensagem dirigida a um público heterogénico tem que ser o mais clara possível e repetida vezes sem conta, particularmente quando exposta em espaços de duração efémera.
6. Na perspectiva comunalista a autogestão só poderá ser eficaz mediante o concurso de todos.
7. O cooperativismo monárquico-comunalista identifica-se com a luta popular.
Nau
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Nº. 1008 - Luta Popular
1. A luta popular é, por varias razões, a nós ideia muito grata.
2. No pensamento cooperativo significa uma achega continuada ao projecto comum.
3. Ao persuadido monárquico não oferece qualquer dúvida: Monarquia é o governo de um só, isto é, do Povo.
4. Na perspectiva comunalista, a autogestão só poderá ser eficaz mediante o concurso de todos.
5. Erradicar a apropriação doentia não é fácil porquanto usufruir do trabalho alheio é ambição dos impudentes.
6. A aplicação das forças efaculdades do homem à produção de qualquer coisa que satisfaça o próprio, bem como a comunidade exige determinação e bestunto.
7. O cooperativismo monárquico-comunalista identifica-se com a luta popular.
Nau
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Nº. 1007 - Prelo Real
1. Quando pretendemos transmitir uma ideia a qualquer pessoa ora a expressamos de viva voz, ora passamos a dita ideia a letra redonda.
2. Na versão oral procuramos prender a atenção do nosso interlocutor recheando o discurso com vários "mas" e "portantos" que, embora de pouco valor explicativo, são meras palavras expletivas.
3. A escrita obriga a outrs ténicas pois as recorrentes "não é verdade?" e "não sei se me estou a fazer entender" do discurso directo tornam-se ridículas, embora sejam apelos dramáticos, para cativar, ao raciocínio exposto, o leitor.
4. O parêntesis (pretendendo assinalar ou reforçar uma ideia já exposta) é o artifício habitualmente usado na escrita, mas dispensável na exposição oral, esta servida pelas mudanças de tom e/ou dramatização do discurso.
5. Qualquer mensagem dirigida a um público heterogéneo tem que ser o mais clara possível e repetida vezes sem conta, particuarmente quando exposta em espaços com duração efémera.
6. Esta é a razão da exist~encia do "Prelo Real" no presente molde, embora o futuro aponte para estruturas mais condignas e duradouras.
7. Logo, de momento, estamos limitados à resenha dos autores preferidos e/ou a leituras de ocasião. Até quando?.
Nau
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Nº. 1006 - RAC
1. abido que na actividade cooperativa não há lugar para qualquer discriminação social, política ou religiosa, porquê sublimar neste espaço os fundamentos monárquicos?.
2. Claro que diferenciar é gerar ou aumentar a diversidade num todo - o que não é o objectivo do cooperativismo medularmente aclubista - porém a não discriminação é procurar justamente o efeito contrário.
3. Trabalhar juntamente para a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais não obriga os eventuais participantes a ter as mesmas crenças, princípios ou clubismos.
4. A razão cooperativista assenta na liberdade, equidade e solidariedade, frequentemente enviesada pelo vício sectário/clubista que urge arredar para forum próprio.
5. Na comuna impregnada pelo espírito cooperativo a pecha facciosa vai sendo diluida na prática do trabalho concertado que opõe a cooperação à apropriação doentia.
6. Sem dúvida que s partidos políticos são essenciais numa democracia desde que os seus representantes actuem em sede própria, isto é, na Casa da Democracia.
7. Por outro lado, a figura do Rei é imprescindível por obviar disputas partidárias viciantes, isto é, clubistas, no topo da comunidade.
Nau
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Nº. 1005 - Doutrina Cooperativa
1. Ao atender asnecessidades pessoais em consonância com as normais carências envolventes, a prática solidária vai se enrobustecendo.
2. Partilhando, com outros, actividades de interesse comum - consensual e responsavelmente, num sistema associativo - são estimuladas as regras e princípios da arte ou ciência da autogestão.
3. Trabalhar juntamente com o objectivo de libertar os indivíduos associados dos encargos respeitantes a lucros de intermediários ou dos usurários,aviva o espírito cooperativista.
4. O acto de gerir - administra e construtivamente - projectos de interesse de muitos (ou de todos) numa plataforma comum, democratiza decisões e esbate os impulsos consumistas.
5. A equidade naturalmente observada nas relações entre os associados dá azo ao concerto do dinamismo de uns, com a prudência de outros, numa mais valia cooperativista.
6. Também a faculdade de, individualmente, poder participar ou não participar em projectos da sua cooperativa, sem outra razão além do próprio querer, é a essência da liberdade.
7. Os princípios cooperativistas encontram-se intrinsecamente baseados nos actos da liberdade, equidade e solidariedade.
Nau
domingo, 17 de agosto de 2014
Nº. 1004 - Portal Comunalista
1. Nos tempos idos, a comuna era uma povoação medieval que se emancipava da tutela feudalista, governando-se autonomicamente.
2. O vocábulo comuna é da ilustre estirpe latina (commune, is) significando o povo, dando origem à palavra comunidade (communitas, atis), bem como ao substantivo fortificação (communitio, onis).
3. A comuna subsiste em alguns países europeus como uma circunscrição administrativa, correspondente ao concelho e município em que uma vereação de génese partidária exerce a sua jurisdição.
4. Da mesma raiz, o adjectivo comum (communis, unos) significando de uso ou ou domínio de muitos ou de todos foi adoptado por seitas religiosas e por grupos de pessoas que, na linha do socialismo utópico, passaram a viver em pequenas comunas com recursos que não eram sua propriedade pessoal.
5. Como é óbvio, o sistema comunalista advogado pelo CMC assenta no conceito suis generis do cooperativismo que opõe a cooperação à apropriação doentia, dando azo à multiplicação de associações de produtores ou consumidores que procuram libertar os seus associados dos encargos respeitantes a lucros dos intermediários ou dos usurários.
6. Dirimindo a importância da gestão partidária de índole clubística no municipalismo vigente, o cooperativismo monárquico-comunalisa procura fomentar a autogestão (de que é escola prática) na comunidade dando origem a reais e sãs comunas dignas de tal nome.
7. Este espaço internáutico é o portal aberto à discussão de tal matéria.
Nau
sábado, 16 de agosto de 2014
Nº. 1003 - Psyche
1. O homem é motivado pela fome do poder. Mas afinal o que é o poder?
2. Prerrogativa de usar a lei a seu bel-prazer?
3. Força espiritual ou física para subjugar os mais?.
4. Meios estratégicos e/ou materiais para fazer valer a sua vontade plena?.
5. Faculdade de influenciar outrem em benefício próprio?.
6. Satisfação pessoal injustificável?.
7. Possibilidade de usufruir algo que não lhe pertence?.
Nau
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Nº. 1002 - Fim de Semana 33
1. Reformulando a máxima camusiana direi: sem referências tudo é possível e nada tem importância.
2. Tudo o que é socialmente relevante terá por base uma lógica formal de um socialismo um tanto ou quanto mais liberalizante e humanista, bem como de um liberalismo mais socializante, tendo por estuário uma terceira via - o cooperativismo monárquico-comunalista que há mister de um largo debte, até no espaço internáutico.
3. Urgente é fomentar o espírito associativo como alternativa à prática das economias tradicionais através, designadamente, das cooperativas (produção, consumo, etc.), das associações mutualistas, das unidades com fins altruistas e outras coisas mais.
4. A CREAÇOR, fundadora e impulsionadora da Rede de Responsabilidade Social das Empresas e Organizações dos Açores, desenvolva actividades em diversas áreas, tendo por missão "a promoção do Movimento de Economia Solidária" nos Açores.
5. O tempo de lazeira mingua a olhos vistos!. Aproveitem-no bem e leiam Domingos Amaral, José Rodrigues dos Santos, Miguel Sousa Tavares, Jostein Gaarder, Miguel Esteves Cardoso e Vasco Pulido Valente.
6. Sem dúvida que aassociação concertada - sem discriminação social, política, religiosa - dará origem a uma comuna mais sã e justa, favoravel ao regresso do Rei por este obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
7. Quem quer usar da palavra?
Nau
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Nº. 1001 - Luta Popular
1. Pura verdade: a luta popular é um mito porquanto, sempre que o povo se manifesta, é através de vociferações descontroladas.
2. O rastilho das grandes comoções são coisas imples - uma inopinada frase descabelada; um confronto de situações impróprias; a calúnia inveterada - e tudo parece desabar naquele preciso minuto.
3. Claro que os oportunistas não faltam - quer no seio da multidão, quer pela calada do momento - incentivando o tumulto; acalentando hipóteses vantajosas exaustivamente exploradas pelos desvairados demagogos.
4. Os mais exaltados cedo descobrem como aliviar os seus maus fígados, confrontando todo o tipo de autoridade ou aquilo que a represente: a guarda, o chefe espiritual ou político, o bilheteiro de qualquer transporte ou edifício público.
5. A luta será eventualmente meritória quando tendo por objectivo o bem comuim, isto é, quando não tem lugar por desforços marialvistas ou por ininteligências fortuitas.
6. Nós, cooperativistas, estamos empenhados na luta pelo melhor esclarecimento daqueles que, estando próximos, queiram assumir que a cooperação prevalecerá a apropriação doentia.
7. Sem dúvida que a associação concertada - sem discriminação social, política, religiosa - dará origem a uma comunidade mais sã e justa, favorável ao regresso do Rei, por este obviar disputas partidárias no topo da jerarquia política.
Nau
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Nº. 1000 - Prelo Real
1. O tempo da lazeira mingua a olhos vistos!. Aproveitem-no bem.
2. Aos jovens, como leitura, recomenda-se Domingos Amaral: "Um Sonho de Casamento".
2. Para as jovens também sonhadoras porque não "O Homem de Constantinopla" ou "A Mão do Diabo" de José Rodrigues dos Santos.
4. Nesta resenha não podia faltar Miguel Sousa Tavares, com a "Madrugada Suja", tema muito actual - a corrução.
5. E o Miguel Esteves Cardoso, qualquer dos livros que esteja à mão!.
6. Também para os viciados na leitura, saboreiem de novo "O Mundo da Sofia", de Jostein Gaarder.
7. A propósito, e reler os apontamentos de Vasco Pulido Valente no J.Público?
Nau
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Nº. 999 - RAC
1. Equiparada a IPSS, a CREAÇOR é uma Cooperativa Regional de Economia com sede em Ponta Delgada.
2. Fundadora e impulsionadora da Rede de Respondabilidade Social das Empresas e Organizações dos Açores, desenvolve actividades em diversas áreas, tendo por missão "a promoção do Movimento de Economia Solidária" nos Açores.
3. No âmbito do turismo social tem como objectivo prioritário "a demoratização do turismo na região dos Açores, promovendo actividades de recreio e lazer em conformidade com os conceitos de turismo social e solidário e de turismo inclusivo, particularmente actividades acessiveis a grupos desfavorecidos, assim como adequadas às necessidades de pessoas com incapacidade".
4. Enquanto promotora do turismo social, desenvolve iniciativas de divulgação do conceito de turismo social através da oferta de produtos alternativos aos operadores turísticos.
5. Na área de animação turística promoveu uma parceria com uma associação de juventude para a dinamização de espaços turísticos, atividades lúdicas e recreativas, incluindo passeios pedestres, de jipe, aluguer de canoas ou bicicletas.
6. Além disso, proporciona aos visitantes produtos locais com origem na Economia Solidária da Rede de Empresas de Economia Solidária dos Açores.
7. Destaque ainda para as ações de formação em turismo inclusivo desenvolvidas pela CREAÇOR, que permitem a valorização de profissionais do setor, nomeadamente na área Pedestrianismo.
(Boletim D&F nº. 3, abr/jun.2013, do IEFP)
Nau
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
nº. 998 - Doutrina Cooperativa
1. Urgente é defender uma economia social, isto é, a economia que não é pública, nem privada.
2. Urgente é fomentar o espírito associativo como alternativa à prática das economias tradicionais através, designadamente, das cooperativas (produção, consumo, etc.), das associações mutualistas, das unidades com fins altruistas e outras coisas mais.
3. Urgente é estimular a actividade cooperativa de adesão livre e voluntária, cociliando os interesses dos seus membros, dos utilizadores e dos beneficiários.
4. Urgente é estruturar a comuna no espírito de autogestão, respeitando os valores da solidariedade, da não discriminação e da coesão social.
5. Urgente é combater o espírito socialista burocratizante, bem como o empreendorismo liberal timocrático.
6. Urgente é dirimir, por todos os meios, o espírito sectário de índole clubística.
7. Urgente é preparar o regresso do Rei.
Nau
domingo, 10 de agosto de 2014
Nº. 997 - Portal Comunalista
1. O conjunto de princípios que, em qualquer ciência, se tem como irrefutáveis, são meras presunções baseadas na hipótese de se alcançar a certeza.
2. Já em meados do século XIX, quando Marx procurava o patrocínio de Proudhon para uma campanha socialista este chamou a atenção do filósofo renano contra o autoritarismo dogmático, o romantismo revolucionário e o espírito de exclusão sistemática.
3. A exclusão sistemática basea-se no método de resolução de problemas numéricos através da exclusão sucessiva de todos os números que não resolvem o problema até chegar àquele que o resolve, mas, no caso vertente, obrigando a um percurso sinuoso que, na prática, resulta em largo sofrimento humano.
4. Por outro lado, o romantismo revolucionário (pura sublevação da ordem pública) que catapulta a burguesia ao poder - geralmente através de pactos com a plutocracia que teme tanto o proletariado como o associativismo cooperativista/comunalista - resulta um Estado de Direito que, forçosamente, 'legaliza' a apropriação pela faculdade concedida pela lei.
5. O autoritarismo dogmático, mero despotismo, isto é, regimen político tirânico no qual os poderes são exercidos por um só indivíduo ou classe dirigente que os utiliza, de modo inevitável, em benefício próprio ou de um grupo restrito, não admitindo qualquer contradição às verdades estabelecidas.
6. Tudo o que é socialmente relevante terá por base uma lógica formal de um socialismo um tanto ou quanto mais liberalizante e humanista, bem como de um liberalismo mais socializante, tendo por estuário uma terceira via - o cooperativismo monárquico-comunalista que há mister de um largo debate, até no espaço internáutico.
7. Forçoso é abandonar os preconceitos religiosos e de classe, este último evidente nas recorrentes visitas aos apontamentos do CECIM relativos à nobreza que, sendo uma extinta classe castrense, nada tem a ver com a hereditariedade que se resume a uma transmissão de caracteres normais e patológicos dos organismos através de gerações.
Nau
sábado, 9 de agosto de 2014
Nº. 996 - Psyche
1. "Sem valores tudo é possível e nada tem importância" afirmava Camus em Ó Homem Revoltado'.
2. Dado que valor é tudo que é útil para determinado fim, não resisto à tentação de substituir valor por referência por esta palvra estabelecer a relação de algumas coisas entre si.
3. Na frequência social entre as pessoas é estabelecida uma corrente de confiança e desta, naturalmente, flui a concorrência de auxílio, de forças, de meios, em suma, a cooperação.
4. Sublinhar (hoje e sempre) a cooperação é esbatera utilidade própria pelo interesse comum dado que o narcisismo - admiração doentia por si mesmo - apenas fomenta a contemplação umbilical, e pouco mais abaixo.
5. A alternativaé absurda, contrária às regras da lógica, por descobrir a falta de sentido da existência, acentuando as ambiguidades, paradoxos e contra-sensos do comportamento do homem.
6. Talvez a cultivada e sistemática incomunicabilidade humana abra, inexoravelmente, o caminho para soluções trágicas, porém a revolta será uma aproximação tumultuosa aos problemas que não a solução dos mesmos.
7. A apatia e/ou o recurso a uma fé irracional poderá trazer a paz às almas simples, mas apenas a activa e cultivada cooperaçãosatisfará as necessidades da maioria.
Nau
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Nº. 995 - Fim de Semana 32
1. "Somos todos iguais nas necessidades e luta pela subsistência, embora esta possa ser mais fácil para uns do que para outros".
2. "No mês de Agosto melhor é não esperar pela segunda quinzena, nem pelos últimos dias para abrir um debate despretencioso neste espaço".
3. Objectivo: "Fomentar o estudo de mercado e proximidade à comunidade onde a cooperativa se encontra inserida, permitindo um real desenvolvimento comum sustentável".
4. "Também o cooperativismo - tanto em projectos esforçados, como numa negligência ocasional - enfrenta problemas que carecem mais ponderação do que agressividade".
5. "Em qualquer idade, o bicho-homem utiliza dolosos esquemas para servir os seus interesses".
6. "Nós somos o povo das comunas - opomos a cooperação à apropriação - e procuramos o consenso geral, bem como lutamos pelo regresso do Rei por este obviar disputas sectárias no topo da Comunidade".
7. 'Si l'on ne croit à rien, si rien n'a de sens e si nous ne pouvons affirmer aucune valeur, tout est possible et rien n'a d'importance'. Camus, L'homme revolté.
Nau
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Nº. 994 - Luta Popular
1. A luta popular será a luta do povo, mas que povo?
2. Nome colectivo de todos os indivíduos que constituiam uma das classes da primitiva sociedade portuguesa?
3. O povoléu do carneiro guizado com batatas levado às urnas pelos caciques e pelos curas da revolução liberal?
4. A arraia-miúda iludida com o bacalhau a pataco, à boca cheia prometido pelos figurões do avental da intentona republicana?
5. A parte mais numerosa e menos rica da população deste rectângulo ibérico à beira Atlântico plantado?
6. O público, isto é, amassa geral dos votantes que tanto apoia o caudilho alçapremado, como os oligarcas habituais, sejam estes de direita ou de esquerda?
7. Nós somos o povo das omunas - opomos a cooperação à apropriação - e procuramos o consenso geral, bem como lutamos pelo regresso do Rei por este obviar disputas sectárias no topo da comunidade.
Nau
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Nº. 993 - Prelo Real
1. Sem dúvida que os idosos são um peso morto mesmo antes de baixar à cova funerária.
2. A maioria percebendo um pequeno benefício social vê este esboroar-se através de teias sugadoras, ora lançadas por familiares, ora por assistentes/coadjuvantes.
3. Tirar o alheio é prática (violenta ou sofisticada) ardilosamente cultivada em terras lusas, onde a corrupção atinge todas as classes sociais.
4. Num registo de ocorrências consta a acusação de um idoso lesado numa centena de euros que, após o pertinente inquérito, viu este encerrado por incoerência no comportamento.
5. Segundo ficou apurado, o reclamante octogenário utilizara o estratagema do roubo para justificar o desaparecimento do dinheiro por si utilizado no pagamento de favores sexuais.
6. Uma outra declaração de roubo foi prontamente esclarecida após a suposta vítima ter confessado apenas pretender reunir uns cobres para dar ao neto e assim poder incentivar as visitas deste.
7. Em qualquer idade, o bicho-homem utiliza dolosos esquemas para servir os seus interesses.
Nau
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Nº. 992 - RAC
1. Toda actividade que não contemple um equilíbrio entre o esforço e a pausa enfraquece o autodomínio e comedimento fazendo perigar tanto o que actua como os sujeitos circunstanciais.
2. Bom exemplo será a acção dos profissionais de relevante importância que, no limite, põem em risco o bem-estar dos pacientes dando origem a desenlaces fatais que tanto ocorrem nos actos médicos ou de enfermagem, bem como na actuação de bombeiros ou socorristas.
3. Observando a actuação dos referidos profissionais num movimentado hospital de Lisboa, somos surpreendidos por cenários de guerra normais no Médio-Oriente em que os pacientes jazem em padiolas por labirínticos corredores, indiscriminadamente expostos a temperaturas pouco adequadas e a potenciais viroses motivadas por inevitáveis correntes de ar.
4. Mor parte das ambulâncias afluindo ao referido hospital trazem as janelas das viaturas abertas não pelas elevadas temperaturas climatéricas verificadas durante o transporte dos doentes, mas pela necessidade de urgente saneamento das mesmas devido a utilizações imoderadas e ao elevado risco de infecções.
5. Claro que na época estival a prestação de cuidados aos familiares mais idosos é reduzida ao mínimo devido ao facto da população activa se encontrar em vigiliatura, dando origem a maior procura da assistência hospitalar.
6. Voltamos à questão levantada em recente apontamento em que a eutanásia foi sugerida, porquanto importa mais viver com a adequada dignidade do que subsistir vegetativamente, fenómeno já verificado na G´recia Antiga quando aos idosos era facultada uma manta e respectiva gamela para estes procurarem o descanso longe dos mais, junto de imaginários deuses.
7. Também o cooperativismo - tanto em projectos, como numa negligência ocasional - enfrenta problemas que carecem mais ponderação do que agressividade.
Nau
Nº. 991 - Doutrina Cooperativa
1. Pretendendo enunciar as sete regras de ouro do cooperativismo, começamos pela solidariedade por esta acentuar a dependência mútua responsável.
2. De seguida ocorre-nos a ideia pioneira da liberdade que nos permite agir de um ou outro modo ou de não agir, por livre arbítrio.
3. Claro que o conceito de democracia cooperativista é diferente da prática do voto universal irresponsável, porquanto assente no consenso que não em meras expressões numéricas.
4. Assegurar a todos os associados os mesmos direitos e obrigações, não havendo lugar para qualquer tip de discriminação social, racial, plítica ou religosa.
5. Contribuir equitativamente para o capital variável da unidade cooperativa abjurando o recurso a usurários, a fim de manter uma gestão dinâmica e harmoniosados projectos em curso.
6. Prestar assistência técnica, educacional e social aos associados através da criação de fundos que permitam a realização desse objectivo.
7. Fomentar o estudo do mercado e proximidade à comunidade onde a cooperativa se encontra inserida a fim de permitir um real desenvolvimento comum sustentável.
Nau
domingo, 3 de agosto de 2014
Nº. 990 - Portal Comunalista
1. No mês de Agosto as unidades fabris encerram as suas portas para uma adequada manutenção dos respectivos equipamentos.
2. No mês de Agosyo, raros são os que se debruçam sobre os manuais académicos e a maioria dos estudantes seguem vilegiaturando por tudo que é estância de lazer.
3. No mês de Agosto, congeminam-se estratégias comerciais e/ou políticas destinadas a surpreender concorrentes e adversários de ambos os campos.
4. No mês de Agosto, ganha-se a independência e liberdade para escolher as refeições sem estar atido a menus de monocórdicas cantinas.
5. No mês de Agosto, ficamos longe dos emplastros habituais, sejam estes familiares, vicinais ou das actividades profissionais.
6. No mês de Agosto, não faltam oportunidades (tempo/temas) para um debate despretencioso neste espaço.
7. No mês de Agosot, melhor é não esperar pela segunda quinzena, nem pelos últimos dias.
Nau
sábado, 2 de agosto de 2014
Nº. 989 - Psyche
1. As instituições sociais existem para servir o homem e não o contrário.
2. Porém a natureza humana é muito complexa, lustrando direitos e obliterando deveres.
3. Já no passado longíquo as regras de conduta eram tidas como vontade de um deus convencional.
4. A narração ou registos dos tempos idos concernentes ao homem e à sociedade humana são preservados como obras sagradas.
5. Por conseguinte, o homem fez Deus à sua imagem e semelhança, embora ainda mais egocentrista.
6. Diferindo em matéria que não na essência a espécie humana distingue-se pela racionalidade irracional
7. Somos todos iguais nas necessidades e luta pela subsistência, embora esta possa ser mais fácil para uns do que para outros.
Nau
Nº. 988 - Fim de Semana 31
1. "A Internet aproxima as pessoas mas não facilita o diálogo pelo que existem extensos monólogos vazios de conteúdo; núcleos de pessoas a esbracejar sob uma divisa comum mas sem um projecto social compreensível".
2. "As casas de acolhimento, eufemisticamente apelidadas de 'lar para idosos', têm sido alvo das cobiças de investidores sem escrúpulos, bem como da sanha dos burocratas que legislam a grande distância da realidade lusa.
3. "A cooperativa tem por fundamento libertar os seus associados dos encargos respeitantes a lucros de intermediários ou de capitalistas, disciplinando os residentes da comuna na satisfação das suas necessidades económicas, sociais e culturais".
4. "Não é o espírito sectário, a crença religiosa ou o clubismo ferrenho que motivará consensos e articulará soluções harmoniosas - a terceira via é a cooperação realista".
5. "Baixa natalidade, altos índices de longevidade (graças à farmacoterapia) abrem o caminho a soluções mais radicais: a eutanásia.
6. "Cultivar a autogestão na comuna, assim como a realização de consensos nos actos deliberativos sem recurso ao voto anódino e irresponsável será um grande passo em frente para tornar a convivência entre os homens mais sã e justa".
7. Finalmente é fim de semana!.
Nau
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