sábado, 30 de novembro de 2013

Nº. 743 - Psyche


1. O sexo não é uma função meramente desportiva, mas uma necessidade fisiológica importante para o bem-estar pessoal.

2. Sendo imprescendível a todo o ser vivo, o sexo não se encontra alheio à lei da oferta e da procura, pelo que os conflitos de posse, de desequilíbrio emocional, de mercado, etc., estão bem visíveis na actividade inerente.

3. De facto, os animais brutos são guiados pelo institnto e o homem - caprichando em intelectualizar - tudo complica numa carreira experimental de sucesso e/ou erro, submetido ao padrão dos mais.

4. Felizmente, a memória armazenada no cérebro humano é muito selectiva, pelo que branqueia as experiências de sucesso negativo, deixando prevalecer o instinto puro, por adequação ao ambiente em que se pretende enquadrar.

5. Logo, a orientação sexual da pessoa parece resultar de influências biológicas, além das ambientais sugeridas, que não de escolha deliberada ou preferência assumida, resultando, por vezes, sérias perturbações de identidade de género.

6. Bom é ter presente que o género (menino e menina) é estabelecido na primeira infância e a evolução manifestando mais interesse por bonecas ou práticas desportivas violentas (ou vice versa) não são problemas de identidade desde que o menino (a menina) se identifique com o seu sexo.

7. A actividade sexual com diferentes parceiros ao longo da vida apenas denuncia incapacidade em estabelecer relações emocionais íntimas, dando azo a conflitos no lar e à secular prática lenocinista.

Nau

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