sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Nº. 721 - Fim de Semana 45
1. O transtorno dismórfico corporal é, sem dúvida, uma perturbação psicológica e fautora de baixa auto-estima, trazido à colação para despoletar eventuais crises, precavendo situações graves de desequilíbrio social.
2. Volta não volta, vem à baila a descentralização administrativa, propondo nós o robustecimento do poder comunal - tanto nas freguesias, como nas sedes municipais - agilizada pela prática cooperativa que, não sendo a panaceia universal, contribui para a responsabilização social, isto é, a solidariedade.
3. Embora com pouco êxito - porquanto aqueles que tudo sabem não precisam de se debruçar acerca das minudências doutrinárias - continuamos a chamar a atenção para a Economia Social, por esta ter para nós aspectos importantes comunais, isto é, a solidariedade, a equidade e a liberdade, em suma, a harmonia e o bem-estar da comuna.
4. Na real actividade cooperativa, avançamos com os fundamentos desta e os bons exemplos que são dados por aqueles que cultivam a responsabilidade e não a alienação ou o subsídio-dependentismo, procurando identificar pessoas idosas em solidão, abandono, isolamento e doença, tal como faz a "MCV - Movimento Comunidades de Vizinhança".
5. Os autores, como José Alberto Ribeiro, que se dedicam à investigação e desmistificação das atoardas republicanoides lançadas sobre a figura da Rainha D. Amélia merecem toda a nossa atenção e carinho pelo trabalho realizado, pois que, com a aproximação das festas do fim do ano, bom é fazer a reserva do livro "Rainha D. Amélia", edição Livros Lidos, como oferta especial.
6. Sem perspectivas de crescimento do produto interno bruto e uma dívida galopante, urge rectificar os erros do passado cientes de que os interesses dos usurários e/ou o estatuto dos burocrats europeus jamais poderão ser postos em causa, restanto a negociação para o prolongamento do prazo de resolução por uns 50 anitos e a contenção dos respectivos juros.
7. Tempos ainda mais difíceis se aproximam, mas o cooperativismo monárquico-comunalista e a paciente construção da comunidade lusa, baseada na diferença cultural e na concertada independência política, será a resposta adequada.
Nau
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