terça-feira, 5 de novembro de 2013
Nº. 718 - RAC
1. A Economia Social tem por objecto a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais das pessoas, sem a persecução doentia do lucro.
2. Também conhecida como o terceiro sector - sendo o primeiro o privado com fins lucrativos e o segundo o público por corresponder ao interesse dos mais - a Economia Social bifurca-se em duas grandes famílias: as de mercado e as de não-mercado.
3. As organizações de mercado da Economia Social são as cooperativas e as mutualidades; as de não-mercado são as associações, misericórdias, IPSS, fundações, bem como todo o conjunto de unidades deste sector que têm princípios gerais comuns.
4. Das organizações de não-mercado, como é óbvio, fazem parte as associações de classe (sindicatos), além das associações culturais, científicas, recreativas, permanecendo no cinzento algumas seitas religiosas cuja actividade não lucrativa deixa muito a desejar.
5. Bom é ter presente que a Economia Social tem por fundamento a satisfação das necessidades essenciais, por oposição ao consumismo que é a característica do primeiro sector, isto é, o sector privado capitalista, com fins meramente lucrativos.
6. Quanto às cooperativas e aos mutualismos estamos conversados porquanto estas organizações têm sido aqui sobejamente ventiladas, salientando-se a característica fundamental - a solidariedade - responsabilidade mútua entre as pessoas.
7. O "MCV - Movimento Comunidades de Vizinhança" é uma aposta na humanização de cada rua onde voluntários/as procuram identificar pessoas idosas em solidão, abandono, isolamento e doença: www.mcvizinhança.org.
Nau
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