sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Nº. 714 - Fim de Semana 44
1. Sem dúvida que um micropenis, isto é, um pénis de pequenas dimensões, poderá ser um problema no estabelecimento e manutenção de um relacionamento sexual, quer pela insatisfação, quer pela baixa auto-estima provocada, mas tal é mera perturbação corporal dismórfica.
2. Repetir, repetir que a cooperativa é uma associação, independente de qualquer credo religioso e/ou corrente política, que procura meramente satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados, atenuando a competitividade entre as pessoas através da cooperação e do apoio mútuo, nunca é demais.
3. A decadência da civilização europeia é devida à falta de vontade para a consolidação de um projecto comum, este baseado no respeito pelas diferenças genuinamente regionais, esbatendo o espírito de classe burguesoide que tem por fundamento a apropriação pantagruélica e a manutenção de serventuários que à dita classe permite o acesso ao poder por via do Estado de Direito.
4. Bom é ter presente que o cooperativismo não é plataforma para esquemas totalitários, servindo apenas como ferramente, aliás, escudo para obstaculizar as investidas dos liberalismos timocráticos (Estado de Direito) e os socialismos tecnocráticos, ambos pretendendo a transformação das pessoas em meros pensionistas - quer de usurários, quer de Repartições Públicas.
5. Logo, importante é cultivar o espírito lusófono que une portugueses, brasileiros, cabo-verdianos, guineenses, sãotomenses, angolanos, moçambicanos, macaenses e timorenses numa língua tecnológica comum permitindo esta fazer face aos dois blocos hegemónicos - o estadunidense e o chinês, este nas versões wen-li, wu e min - através da promoção da leitura de textos (livros, manuais técnicos, programas computtorizados e/ou televisivos) de expressão lusa.
6. A luta popular, isto é, a luta de todos nós será pela dignificação da pessoa humana, independentemente de credos religiosose opções políticas que, apenas na sua diversidade, enriquecem o pensamento do bicho-homem, permitindo o florescimento de comunidades mais justas e harmoniosas.
7. Os desafios que enfrentamos são enormes e, neste rectângulo europeu, cumpre-nos alargar o nosso abraço à diáspora portuguesa através da apartidária Coroa Real, empunhando a bandeira azul e branca - azul por representar o planeta em que nos encontramos, fronteira do presente; branca por ser a súmula da cor de todas as correntes e opões políticas.
Nau
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