sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Nº. 735 - Fim de Semana 47


1. Que os fideístas, os xenófobos, os clubistas/sectários e os sufragistas devotos se cuidem, pois o acordar comunalista tarda, mas é inevitável.

2. De facto, a figura do Presidente da República é anti-democrática, R.I.P.; a missão dos cooperativistas monárquico-comunalistas é sustarem as investidas do capitalismo liberal, bem como do centralismo burocrático socialista, para maior coesão social, atenuando, sobretudo, a febre consumista.

3. A doutrina cooperativa é vasta e dela se poderão encontrar meios para se avançar com uma eficaz e consistente Economia Social em parceria com as outras comunidades de expressão lusíada que, no seu rítmo de crescimento, demonstram características sui generis e enriquecedoras.

4. Na qualidade de comunalistas não podemos deixar de reprovar a conglomeração de Juntas de Freguesia que fragilizam a proximidade entre residentes e vereadores, dando relevo a figuras ímpares, como a de Maria Lurdes Pinheiro, Presidente da ex-Junta de Freguesia de Stº. Estêvão, do Bairro de Alfama, Lisboa, membro do PCP e eleita, por mérito próprio, nas listas da CDU.

5. Deixando os livros repousar nova semana, chamamos, de novo, a atenção dos mais distraídos para a figura do Rei que é essencial para o cultivo da democracia por obviar as disputas partidárias no topo da comunidade, relegando o debate político para forum próprio.

6. Como é evidente, só o aumento em número dos comunalistas criteriosos poderá dar azo à consolidação do espírito cooperativo e, logicamente, ao regresso do Rei.

7. A luta continua.

Nau

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