segunda-feira, 29 de julho de 2013

Nº. 619 - Doutrina Cooperativa, I


1. O desemprego não pára de aumentar devido à instalada recessão - ciclo económico durante o qual o produto total da economia cai -dando origem a graves problemas sociais.

2. Porém, não será por via de greves que a tendência do referido ciclo económico poderá ser contido, provocando estas mais sofrimento e frustreações do que resultados positivos, mormente para aqueles de fracos recursos e periclitante sobrevivência.

3. Apenas o aumento dos fundos de capital provenientes de aforradores e/ou de mutuários poderiam motivar as pessoas a comercializarem direitos de propriedade por activos, mas os potenciais investidores não embarcam com marés procelosas.

4. Entretanto, goradas as perspectivas de entrarem no mercado do trabalho, jovens abandonam os estudos - quer por dificuldades económicas, quer pelo quadro facilmente previsível - cientes de que uma formação universitáriapouco serve em economias arruinadas.

5. Bom é ter presente de que não é o Estado que realmente gere a actividade económica que se verifica nos mercados porquanto, mesmo numa economia planificada, o governo orienta masnão controla o fenómeno que origina a necessidade da ciência económica.

6. Posto que muita da tal ciência económica dependa de iniciativas individuais, isto é, pessoas empreendedoras, está comprovado que, numa perspectiva cooperativa, os resultados são mais vantajososdo que em concorrências descabeladas.

7. Desde já sugerimos investimentos na área cooperativa e uma sólida formação académica, esta possível a curto prazo na Escola Laser, em Lisboa, da qual avançaremos pormenores nos próximos apontamentos.

Nau

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