segunda-feira, 22 de julho de 2013

Nº. 612 - Doutrina Cooperativa


1. O sublime da doutrina cooperativa não reside em fundamentos místicos, nem tão pouco em regras de ouro.

2. A humanidade é motivada pelo interesse, sentimento que, egoisticamente, a leva a procurar o que é necessário, útil ou agradável.

3. As regras são construidas de acordo com as ditas necessidades, mas por consenso das partes envolvidas, aliciadas, motivadas para o efeito.

4. O cooperativista, após certa rodagem, jamais dirá "eu vou fazer" mas tão simplesmente "vamos fazer ou podemos fazer" este ou aquele projecto.

5. Logo, não é o clubismo, isto é, os interesses particulares ou dos partidos políticos que são colocados acima da cooperativa a que pertence; apenas os projectos comuns.

6. A cor política arregimenta; a prática cooperativa diligencia o consenso, suscita novas ideias e/ou hipóteses na construção de projectos comuns.

7. Sendo a cooperativa uma pltaforma de trabalho, protagonismos e/ou rivalidades esbatem-se na prática; no aperfeiçoamento dos métodos; no cultivo do diálogo.

Nau

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