sábado, 6 de julho de 2013
Nº. 596 - Psyche
1. Formar juizo por conjectura, mesmo com base em premissas vagas, é um exercício interessante para o arrumar de ideias.
2. Que as conjecturas tenham lugar, de preferência, no fim de semana, é natural, por razões de disponibilidade, quando as pressões sociais e profissionais são menos contundentes.
3. Neste arrumar de ideias, algumas tornam-se mais atraentes do que outras, por razões intelectuais ou emocionais, posto que todas passem pelo crivo impiedoso da consciência, desnudando preconceitos com colheradas de bom-senso.
4. Tomar partido, isto é, decidir-se a favor ou contra algo - eventualmente assumindo uma atitude de indiferença - são reacções possíveis no dia a dia, quando as opções se apresentam.
5. Negar o fundamento partidário é esforçar-se por tapar o Sol com a peneira, pois uns apostam no empreendorismo privado; outros na burocratização do Estado; ainda há aqueles que aguardam a intervenção divina para a solução dos problemas comuns.
6. Os cooperativistas não são a favor do monopartidarismo ou do multipartidarismo, nem tão pouco do fideísmo de alguns, pois na realização de projectos de interesse comum o que impera é o diálogo e o consenso.
7. Logo, o consenso dá azo a que a figura do Rei seja o garante da democracia, por obviar disputas partidárias no topo da instituição política; o diálogo facilita a realização de projectos de interesse comum - tanto na unidade cooperativa como na comuna onde a mesma se encontra intinsecamente ligada.
Nau
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