sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Nº. 319 - Monarquia Instaurada, II
1. Claro que Bruxelas poderia impor a suspensão de Portugal como membro da União Europeia alegando que o país deixara de ser uma democracia.
2. Mas porque carga de água um governo liderado por Garcia Pereira deixaria de ser democrático? Em tempos, Manuela Ferreira Leite sugeriu a suspensão da democracia e, segundo parece, não caiu o Carmo e a Trindade.
3. Por outro lado, seria natural que Garcia Pereira formasse, com os líderes dos partidos com assento parlamentar e outros parceiros sociais, um conselho de Estado que zelaria pela manutenção dos fundamentos democráticos, nomeadamente, a liberdade de expressão.
4. Sem acesso ao crédito externo, nada poderia ser importado, sendo as exportações eventualmente possíveis através da apresentação de preços competitivos, e o mercado interno condicionado ao uso da prata da casa.
5. A banca não precisaria de ser nacionalizada pois os erros por esta cometidos seriam pagos do seu bolso sendo, de certo, a fiscalização pelo Banco de Portugal muito diferente daquela efectuada nos tempos do impagável Vitor Constâncio.
6. Possivelmente a moeda corrente voltaria a ser o 'Escudo' pelo que o pagamento de ordenados aos funcionalismo público não seria grave problema.
7. Gritaria (e grande!) seria daqueles que, habituados a meter a mão no tacho (PPP's, fundações, compadrio, etc.) veriam as suas venturosas incursões goradas. Mas aguardemos o próximo apontamento.
Nau
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