quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Nº. 304 - Maçonaria Camaleónica
1. O aumento dos impostos, ao insidirem sobre as famílias e as empresas, dão azo ao definhamento económico e ao avolumar do desemprego.
2. Sendo as despesas do Estado superiores às receitas, o peso da dívida pública há muito que se tornou insustentável, recorrendo os governantes, sistematicamente, à chamada engenharia financeira.
3. Claro que as contas públicas se encontram numa situação deplorável mas, com o recurso à desorçamentação, mascara-se a coisa, enganam-se as boas almas e permitem o continuar do forrobodó.
4. No 25A o património do Estado engordou com as nacionalizações permitindo, nos anos seguintes, a realização de fundos para o pagamento dos saldos negativos através de receitas extraordinárias.
5. Esta dinâmica que, com falta de propriedade, muitos denominam como modelo de gestão orçamental à portuguesa, não é muito diferente daquilo que os gregos (e por isso se vêem ainda mais gregos) por lá fizeram, mas da fama de maus em contas não nos livramos.
6. Nem tudo foram tristezas porquanto os grupos financeiros, voltados para os cimentos, fizeram obra - pouco produtiva e até desnecessária, mas muito espectacular - que tem empobrecido a economia do país e enchido os bolsos a muita gente.
7. Tudo isto para sublinhar que a actual maçonaria portuguesa não tem cor política, nem força revolucionária - persiste por compadrio.
Nau
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