O fundamento da Monarquia reside no facto da figura do Rei obviar disputas sectárias no opo da jearquia política da comunidade.
2. Ao transmitir ao presuntivo herdeiro o estatuto que, como chefe impositivo, disfrutava na comunidade, uma nova dinastia tinha lugar, essa aceite por consenso geral, pelas razões acima mencionadas.
3. É possível que o chefe impositivo negociasse com os mais influentes homens da sua geração o aval para o seu herdeiro, tal como se tem verificado na Coreia do Norte, trnando-se essa precaução, com o rodar dos tempos, apenas uma formalidade, pelo menos no Velho Continente.
4. Aliás, olhando para trás, verificamos que sempre assim foi, até na Tradicional Monarquia Portuguesa - um conselho de dignitários verificava a linhagem do herdeiro e as Cortes limitavam-se à aclamação deste.
5. Quanto mais tempo perdura uma dinastia, mais fácil se torna a transmissão do estatuto régio ao putativo herdeiro, o que se torna evidente na popularidade dos soberanos reinantes das actuais monarquias.
6. Sempre que na comunidade o equilíbrio de forças não seja possível, várias testas de ferro se perfilam no horizonte, resultando uma Monarquia Electiva (em que há entendimento entre os membros do escol oligárquico) ou uma República que pouco difere da outra opção, particularmnte no escol oligárquico.
7. A eleição dos chefes a prazo (Presidentes da República) apenas vicia o jogo democrático porquanto o eleito unicamente serve para apoiar ou contrariar a maioria apurada no parlamento, desde que tal favoreça os seus correlegionários. Logo, Monarquia rima com Democracia.
Nau
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