sábado, 31 de outubro de 2020

Nº. 6267 - Fim de Semana 44 31/x/2020

 1. Ronhosamente, para a burguesia republicana dominante, toda autoridade advém do povo, delegando este a terceiros as decisões que só ao povo cabe assumir.

2. O anarco-comunalismo monárquico aposta no imparável avanço tecnológico como alternativa às tentativas hegemónicas de grandes potências.

3. Tanto os liberais, adeptos da menor intervenção estatal; como para os socialistas, campeões do centralismo burocrático, a competição é suposta abrir novos horizontes à comunidade.

4. Contudo, a escalada competitiva dos obstinados capitalistas apenas oferece maior poder sobre os mais, numa dinâmica de posso, quero e mando, contrária à expectativa da maioria que almeja nada fazer.

5. Todavia, para o anarco- comunalismo monárquico a destruição do estado burguês é impreterível, ciente que a administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas, cedo libertarão o homem das angústias do dia-a-dia, incentivando-o à maior criatividade e menor agressividade.

6. "Propósito: secar de um seu irmão o lucro, a vida, para desperdiçar, vender, gastar, injectar nele angústia (...) encher de escória imensa o universo, de paródia de amar,f fazer um manancial, e das religiões um arremesso, depois do arremedo". Vera de Azevedo dixit.

7. Cultivar a liberdade de opção/decisão é confortante, mas sobretudo responsável no conceito anarco-comunalista.

Nau

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