quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Nº. 6264 - Real Anarco-Comunalismo Monárquico 28(x/2020

 1. O liberalismo apresenta-se sob a capa social-democrata exigindo plena liberdade para a iniciativa privada e cantando loas ao capitalismo sem rosto.

2. Por outro lado, o centralismo burocrático - tanto na versão nacional-socialista, como na ditadura piramidal do comunismo - assume-se como providencial detentora do grande capital.

3. O liberalismo e o socialismo, ambos sustentam o estado deplorável em que nos encontramos por este, alegadamente, ser a nação política e sectáriamente organizada, porém tal não passa de mero reduto da burguesia republicana dominante.

4. Como é óbvio, a economia era a ciência que se ocupava da produção e da distribuição de bens e serviços para satisfazer as necessidades humanas, algo que, progressivamente, está a ser contestado pelo recurso às novas tecnologias.

5. Todavia, para o anarco-comunalismo monárquico a destruição do estado burguês é impreterível, ciente que a administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas, cedo libertarão o homem de tais funções, aligeirando este das angústias do dia-a-dia; incentivando-o à maior criatividade e menor agressividade.

6. Sempre houve (e continuará a haver) gente de qualidade amorfa e/ou agressiva cujos estados patológicos, detectados pela administração pública digital, serão adequadamente acompanhados - hoje em dia, sofisticadas intervenções cirúrgicas ao cérebro estão a ser realizadas por sistemas electrónicos.

7. Nomeações aleatórias e/ou pontuais indigitarão os representantes das comunas que, tal como nas Cortes da monarquia tradicional portuguesa, continuarão a ser presididas pela figura consensual do Rei, hereditário e vitalício, na versão hodierna de Reino de Portugal.

Nau



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