2. Claro que a burguesia continua no seu alegado reduto, isto é, o estado lamentável em que nos encontramos, alheada da revolução anarco-comunalista que se avizinha.
3. Anarquizar não é sinónimo de desordem pública, mas tão-somente fundamentar o anarquismo como doutrina destruidora da autoridade subjacente.
4. Sem dúvida que a profusão de temas anarquistas no Google não invalida o "CECIM - Cooperativismo Monárquico" pelo que o estigma de "Aviso de conteúdo sensível" que o antecede torna-se pouco razoável.
5. "Palavra de Ordem: Sacrificar tudo a deus, e o que não sacrificaram a deus sacrificaram pelos vindouros, os quais sacrificaram tudo a deus, e o que não sacrificaram a deus sacrificaram pelos vindouros os quais sacrificaram tudo a deus e, que não sacrificaram a deus sacrificaram pelos vindouros os quais, e assim sucessivamente. Para os vindouros não, para deus talvez tenha valido a pena". Alberto Pimente dixit.
6. Certo é que a liberdade do homem agir por seu livre arbítrio, procurando na cooperação um equilíbrio estável, difere do pensamento revolucionário piramidal, exigindo este reformas políticas morais e sociais de cariz soviético.
7. Obviamente que a administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas, libertarão o homem do trabalho penoso, merecendo este uma subsistência universal, i.e., adequada às suas necessidades essenciais, bem como à tomada de decisões relativas à sua pessoa.
Nau
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