1. A mera troca de apontamentos deu azo à entrada do anarquismo antes da doutrina cooperativista, facto que lamentamos como secretariado, prosseguindo na rota habitual.
2. Claro que não é grave porquanto o anarquismo aqui defendido assenta em dois grandes pilares do cooperativismo - a autogestão e o apoio mútuo - pelo que o cruzar de braços não será expectável do nosso lado.
3. A maioria das pessoas de fracos recursos financeiros procuram o apoio das instituições de caridade, porém estas, normalmente, encontram-se já comprometidas com a habitual clientela.
4. Negaças politiqueiras procuram tão-somente o aumento da burocracia de modo a colocar apaniguados seus nos programas de apoio aos necessitados, cartada habitual na proximidade dos actos eleitorais.
5. A classe média, com dívidas assumidas para completar a sua formação académica e/ou caindo em esparrelas publicitárias, permanece de pés e mãos atados.
6. Os mais venturosos, ora encontrando padrinhos bem estabelecidos na vida, ora sogros de fartos cabedais, vão prolongando as dependências que regalam a burguesia republicana dominante.
7. Aliar o dinamismo de uns à criatividade de outros dá largo pano para mangas na távola redonda do cooperativismo.
Nau
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