2. Claro que a liberdade do homem agir por seu livre arbítrio, procurando na cooperação um equilíbrio estável, difere do pensamento revolucionário piramidal, exigindo este reformas políticas, morais e sociais de cariz soviético.
3. A instrução pública direcciona todo o mundo para o mercado de trabalho nas unidades fabris, como mão-de-obra simples arregimentado em sindicatos ou tecnologia de ponta adequada aos institutos de formação profissional e/ou universitária, esta última com assento nas "ordens académicas".
4. Obviamente que a administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas, libertarão o homem do trabalho penoso, merecendo este uma subsistência universal, i.e., adequada às necessidades essenciais, bem como à tomada de decisões relativas à sua pessoa.
5. Como trabalho penoso, fatigante e, sobretudo, dorido, entendam-se as actividades contrafeitas, que o artífice executa por obrigação ou empenho próprio, distinta daqueles que se dedicam às belas-artes, exprimindo por vocação sentimentos artísticos.
6. Em suma: o homem de amanhã terá presente que a sua liberdade terá por limite a liberdade do próximo, na concorrência de auxílio, de força e de meios para o bem-estar comum, como um evoluído animal gregário.
7. Logo, o anarco-comunalismo aqui defendido será o resultado do progresso social que não dos ínvios esquemas da burguesia republicana dominante.
Nau
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