sábado, 15 de outubro de 2016

Nº. 1793 - Fim de semana 63


1. Adquirimos hábitos particulares nos círculos em que nos movimentamos - do restricto, mas de segurança, ao de formação e aventura, sendo a consciência pessoal condicionadora de atitudes emparelhadas com o comportamento de outrem.

2. O espírito de comunidade aqui defendido remonta aos tempos em que as trocas de bens essenciais se pautava pelas necessidades de cada um que não pela mera persecução do lucro. No cooperativismo monárquico, a figura do rei é a referência da comunidade, tal como no passado - reina, mas não governa - uma vez que nos recusamos a delegar o poder de decisão a outrem.

3. Graves problemas são expectáveis quando os países em franco desenvolvimento começarem a impor as suas próprias marcas nos mercados (onde adquiriram a tecnologia por si adoptada) mas a preços imbatíveis, amparados em cartéis pardacentos que apenas vêem grandes cifrões.

4. Dentro da doutrina cooperativista, seria bom que residentes na Europa, em África, no Novo Mundo e no Extremo-Oriente (Macau e Timor inclusive) viessem aqui expor as suas ideias/experiências. Quem ousará botar palavra?.

5. "A Língua Portuguesa", de Olav Bilac. é o soneto que nos ocorre quando, em comunidades distantes do nosso torrão natal, procuramos encontrar algumas expressões ou meras palavras que nos parecem familiares, correspondendo a sensação de estar só e incompreendido.

6. A actividade política que se verifica em Portugal tem muitas parecenças com as diferentes seitas religiosas que, além de serem fraudulentas e nefastas ao género humano, nada contribuem para a satisfação dos seus seguidores.

7. Logo, resta-nos a boa vontade daqueles que, na multiplicação das células cooperativas procuram satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais , escapando ao controlo de políticos corruptos e plutocratas manipuladores.

Nau

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