segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Nº. 1809 - Portal comunalista
1. Vamos falar claro. Tradição e religião não são a mesma coisa, ficando no ar o jocoso dilema da minha aldeia - quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?
2. A transmissão de práticas, de costumes, de maneiras de proceder, etc., transmitidas oralmente de geração em geração é a memória local que se manifesta por hábitos ou lembranças.
3. Por outro lado, a religião, sendo o culto prestado à divindade, assenta num conjunto de preceitos e práticas que subsistem pela crença das gentes, por norma cultivada por sacerdotes.
4. Enquanto a tradição tem uma característica regional - tradição minhota, tradição alentejana, tradição madeirense, etc. - a religião tende a um paradigma mais abrangente, graças ao poder sacerdotal.
5. Candidamente mistura-se tradição com religião, chegando-se ao ponto de não serem admitidas práticas de cultos religiosos diferentes daqueles oficialmente estabelecidos, num planeta na via da globalização.
6. Logo, já é possível falar-se numa tradição republicana assente na prática da eleição do soberano a prazo, não esquecendo que esta nada tem que ver com democracia partidária, estabelecida em Portugal nos tempos da Monarquia.
7. Aqui defendemos o consenso das gentes, assente na ideia sublime do cooperativismo, não permitindo este delegar o poder de decisão pessoal a outrem; consensualmente aceitando a figura do rei por este obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
Nau
domingo, 30 de outubro de 2016
Nº. 1808 - Psyche
1. Sempre que tenha intrincados problemas para resolver, procure criar um ambiente calmo ao seu redor.
2. Estados psicorgânicos caracterizados por brusca ruptura das funções mentais e fisiológicas são pouco adequados à meditação.
3. Avaliar maduramente um assunto pressupõe o confronto de argumentos; reflectir acerca das consequências e, sobretudo, pensar, isto é, entender e formar um juízo racional.
4. O exercício físico é saudável tanto para o corpo como para o cérebro uma vez que activa os genes que asseguram o crescimento de novas células no núcleo da memória.
5. Realizar vários tipos de tarefas ou optar pela mera sedentarização significa levar uma vida cerebral activa até ao fim dos seus dias; a alternativa será contrair a doença de Alzheimer.
6. Logo, não precisamos de ser atletas para levar uma vida saudável - até porque os excessos são, por norma, prejudiciais - mas o cérebro precisa de ser regularmente exercitado.
7. Há tempos sugerimos o Yoga... Será que tem praticado os exercícios aqui sugeridos?
Nau
sábado, 29 de outubro de 2016
Nº. 1807 - Fim de Semana 65
1. Fizemos a apologia das gorduras ómega-3 na semana passada como alerta para o processo de envenenamento a que silenciosamente estamos sujeitos.
2. Há muito que a indústria farmacêutica tem por objectivo o lucro que não a saúde pública, pelo que a nossa sanidade mental está em constante risco.
3. O esquema em voga tende para a engenharia sufragista em que os resultados propalados assentam em maiorias relativas, apesar das campanhas festivaleiras organizadas por apaniguados e membros dos diversos clubes.
4. Claro que o excesso partidário dos nossos dias é fomentado pela classe burguesa dominante e razão da sua existência, aliando o espírito clubista à míngua de apoiantes uma vez que os apaniguados são, por norma, versáteis.
5. Multiplicar o número das unidades cooperativas é reforçar a solidariedade comunitária, fazendo prevalecer a equidade; adquirindo o direito de agir sem coerção ou impedimento.
6. "Quem quizer um abraço, procure!. Braços não faltam, e disposição, essa já envolve tanta complicação que faz com que o desejo se mure".
7. Multiplicando as células cooperativas numa luta sui generis, vamos limitando o âmbito do desaforo capitalista.
Nau
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
Nº. 1806 - Luta Popular
1. Nada é pacífico neste mundo e lutando vamos perseguindo os nossos objectivos.
2. Porém os objectivos, por norma, deverão ser previamente seleccionados, programados e extensivamente monitorizados.
3. Logo, o que importa é ter uma ideia clara acerca dos objectivos bem como da razão que os mesmo enforma.
4. Claro que a luta não tem por fim o acumular de pontos como de um evento desportivo se tratasse.
5. A luta tem metas que se multiplicam e não as apelidamos de actos para a não associar à prática lúdica.
6. O multiplicar aqui referido, como não podias deixar de ser, tem conexões com a ideia sublime do cooperativismo.
7. Multiplicando as células cooperativas, numa luta sui generis, vamos limitando o âmbito do desaforo capitalista.
Nau
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Nº. 1805 - Prelo Real
Tá faltando no mundo!
Braços não faltam. E Disposição?
Essa já envolve tanta complicação
que faz com que o desejo se mure,
se esquive e que um se enclausure.
Um mero abraço vira tal superação
que morto o medo, a transposição
é rápida que abraço pouco dure.
Hoje o do lado é potencial inimigo,
a mão estendida soa por castigo
e abraço aberto parece cadeia.
E precisamos de um dia de abraço
para que se brota o que é escasso
tamanha indiferença nossa e alheia.
Francisco Libânio Pulig
Nau
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Nº. 1804 - RAC
1. Multiplicar o número das unidades cooperativas, tanto no rectângulo ibérico como na diáspora portuguesa, é consolidar a prática democrática.
2. Multiplicar o número das unidades cooperativas em todos os campos é sustar, conter, a estratégia da impante classe burguesa que se distingue pelo apego ao capitalismo avassalador.
3. Multiplicar o número das unidades cooperativas é restabelecer o equilíbrio das permutas comerciais sem a persecução doentia do lucro, este insuflado por esquemas capitalistas.
4. Multiplicar o número das unidades cooperativas é proteger a sanidade mental no Planeta Azul, esta sujeita a jogos de competição e guerras cada vez mais destrutivas e aviltantes.
5. Multiplicar o número das unidades cooperativas é eficientemente corresponder às necessidades económicas,, sociais e culturais das comunidades - tanto as mais carentes, como as mais progressistas.
6. Multiplicar o número das unidades cooperativas é reforçar a solidariedade comunitária fazendo prevalecer a equidade.
7. Multiplicar o número das unidades cooperativas é adquirir o direito de agir sem coerção ou impedimento.
Nau
terça-feira, 25 de outubro de 2016
Nº. 1803 - Doutrina Cooperativista
1. Insinuar que a partidarização das unidades cooperativas é algo inevitável não tem pés nem cabeça.
2. Avançar com os exemplos dos tempos da salazarquia em que muitas das associações culturais - normalmente os cineclubes - serviam de capa para actividades políticas é estar desfasado no presente.
3. Claro que as "associações culturais" dos tempos da anterior ditadura republicana era a via possível para o agregamento de largo conjunto social de insatisfeitos, apolíticos ou desorientados, ao qual se procurava incutir uma mensagem partidária.
4. Sem dúvida que a partidarite, isto é, o excesso partidário dos nossos dias é fomentado pela classe burguesa dominante e razão da sua existência, aliando o espírito clubista à míngua de apoiantes uma vez que os apaniguados são por norma versáteis.
5. Logo, a República persiste devido à falência das propostas liberais, socialistas e sociais-fascistas, evidenciando a exaustão da classe burguesa dominante que, para subsistir, avança com infamantes atoardas contra a peregrina ideia cooperativa.
6. Repetir, repetir que dentro das unidades cooperativas não são admitidas discriminações sociais, políticas ou religiosas é incontroverso uma vez que entendemos capacidades diferentes, mas nunca a exploração do trabalho alheio por minorias vicisosas, isto é, a burguesia capitalista dominante.
7. A multiplicação das células cooperativas saudáveis robustecerá a solidariedade comunitária aplanando o caminho para o regresso do rei.
Nau
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Nº. 1802 - Portal Comunalista
1. A figura do rei é a nossa referência - não me canso de repetir - mas desvairados monárquicos capricham pela eleição de soberanos.
2. Sendo pouco expressiva em número tal eleição na instituição monárquica, esta justifica-se apenas quando os eleitores são uma minoria proveniente da mesma classe dominante, exemplo: a Cúria Romana.
3. O direito consuetudinário português consagrou o bom senso como via tradicional e, até nas grandes crises da sua história (D. João I, D. João II, D. Afonso VI, etc.), optou pela aclamação do soberano.
4. Pode-se discordar do excessivo fideísmo do Príncipe Herdeiro, D. Duarte Pio, mas pretender a exclusão do mesmo por este ser descendente de uma figura tradicional (D. Miguel I) será excluir todos os descendentes da Casa de Bragança.
5. Até os golpistas republicanos optaram por uma assembleia restrita para a eleição do primeiro soberano a prazo, enveredando os seus sequazes ora pela ditadura, ora pela manipulação dos resultados eleitorais.
6. O esquema em voga tende para a engenharia sufragista em que os resultados propalados assentam em maiorias relativas, apesar das campanhas festivaleiras organizadas por apaniguados e membros dos diversos clubes.
7. O poder de decisão não é delegável; a comunidade é o nosso lar; a célula cooperativa é a associação onde procuramos satisfazer as nossas necessidades económicas, sociais e culturais; o soberano - hereditário e vitalício - é a nossa referência por obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
Nau
domingo, 23 de outubro de 2016
Nº. 1801 - Psyche
1. As gorduras ómega-3 são saudáveis e estimulantes para o cérebro humano.
2. Também as carnes de vaca, cordeiro e borrego contêm a necessária gordura ómega-3, desde que os ditos animais tenham sido alimentados com cereais não transgénicos.
3. Logo, o consumo de carne de animais alimentados em regime de pastoreio são, de longe, os mais ricos em ómega-3.
4. Algumas reservas têm sido levantadas acerca dos produtos de cultura industrial, nomeadamente da piscicultura, pelo que a preferência deverá ser orientada para peixes de alto-mar.
5. O marisco poderá ser uma excepção porquanto este é uma óptima fonte de ácidos gordos ómega-3 pela elevada percentagem contida.
6. Claro que o risco de demência e de contrair a doença de Alzheimer é maior nas pessoas que, por norma, não consomem peixe.
7. Os óleos vegetais- girassol. milho, cártamo, etc. - devem ser usados com moderação, sendo a preferência dada à linhaça, à noz e à soja.
Nau
sábado, 22 de outubro de 2016
Nº. 1800 - Fim de Semana 64
1. O conjunto de comportamentos relativos à satisfação da necessidade e do desejo sexual do bicho-homem é campo para muitos desaguisados. Porém, um relacionamento saudável é garantia para uma satisfação sexual equilibrada.
2. O domínio da burguesia consagrada pela revolução liberal (sec. XVIII) esbateu a impetuosidade religiosa, bem como a consensualidade da figura do rei, sublimando a pátria como mercado em competição com outros mercados; apoiando-se em soberanos a prazo susceptívis de um melhor conluio com as cores predominantes - entenda-se, dirigentes de conveniência.
3. Dizer que o povo é soberano e pretender que este delegue o poder de decisão à minoria burguesa é bundo castiço. Os anti-monárquicos não se cansam de repetir tal aleivosia e, admitindo a pluralidade de opiniões, candidamente sugerem que estas sejam manifestadas através de organizações sectárias.
4. A proposta dos cooperativistas monárquicos e comunalistas baseia-se no assumir das responsabilidades individuais para com a comunidade; na satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais racional e solidariamente; na multiplicação das células cooperativas.
5. Claro que a doutrina cooperativista, baseada na solidariedade e determinação em conter a persecução doentia do lucro, bem como o ímpeto avassalador da burguesia dominante, tem por padrão o respeito e o amor pelo próximo, "mas como causar pode seu favor nos corações humanos amizade se tão contrário a si é o mesmo amor?".
6. Sem dúvida que, cruzando os braços os objectivos - por mais promissores que estes sejam - jamais serão atingidos, porquanto só uma forte rede de unidades cooperativas (onde não sejam admitidas discriminações sociais, políticas ou religiosas) poderá dirimir o domínio da impante burguesia capitalista.
7. Repetimos: o tempo é de acção que não de rodriguinhos.
Nau
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Nº. 1799 - Luta Popular
1. Cruzando os braços provavelmente não atingirá os desejados objectivos.
2. Por outro lado, não será com missas e água benta que os almejados desígnios se realizam.
3. Decerto que as intrigalhadas e a arte de maldizer a toda a sela não será a via mais consensual para projectos sociais.
4. Congressos a esmo apenas demonstram a insensatez de alguns em dar nas vistas, formando clubes privados para satisfação de vaidades pessoais.
5. A luta popular exige projectos sólidos, acções concertadas e ideias claras; não de trapalhadas em nome de altos valores que os próprios não sabem enunciar.
6. Só uma forte rede de unidades cooperativas onde não são admitidas discriminações sociais, políticas ou religiosas poderá dirimir o domínio da impante burguesia capitalista,
7. O tempo é de acção que não de rodriguinhos e aleivosias.
Nau
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Nº. 1798 - Prelo Real
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;É um contentamento descontente;
É dor que se desatina sem doer;
É um querer mais que bem querer;
É um solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É considerar que se ganha sem perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;´
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como amar pode sem favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
Nau
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Nº. 1797 - RAC
1. Acabei de ler a resenha dos apontamentos que me foi amavelmente facultada acerca das celebrações do último 5 de Outubro.
2. Pela lógica e solidez dos argumentos apresentados salienta-se a intervenção de Paulo Especial no Monárquicos.com Public Group Facebook que será bom reler e comentar.
3. Do lado dos anti-monárquicos, a ladainha habitual, cantando as virtudes progressistas do regime; omitindo os crimes, tanto do consulado republicano como da salazarquia; branqueando a desfaçatez imoral do presente.
4. A mensagem dos monárquicos centrada na figura do rei não passa pelo bloqueio dos órgãos de comunicação social, bem como pela falta de propostas substantivas para a reforma da impante mentalidade burguesa.
5. Os demagogos de esquerda clamam por benefícios e exigem respeito pelos direitos adquiridos esquecendo obrigações e, sobretudo, demonstrando um espírito clubista característico da burguesia dominante.
6. A proposta dos cooperativistas baseia-se no assumir das responsabilidades individuais para com a comunidade; na satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais, racional e solidariamente; na multiplicação das células cooperativas.
7. O regresso do rei é inevitável a fim de obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
Nau
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Nº. 1796 - Doutrina Cooperativista
1. Dizer que o povo é soberano e pretender que este delegue o poder de decisão à minoria burguesa é bundo castiço.
2. Porém, os anti-monárquicos não se cansam de repetir tal aleivosia e, admitindo a pluralidade de opiniões, candidamente sugerem que estas sejam manifestadas através de organizações sectárias.
3. Claro que os partidos políticos são orientados por minorias tradicionalmente burguesas, uma vez que estas se arrogam o direito de conduzir o povo na via do seu agrado, isto é, o liberalismo, o socialismo e o irmão deste último, o alegado comunismo.
4. Abro aqui um parêntesis para salientar que os anti-monárquicos, embora se revejam no potencial das urnas eleitorais imposeram a República ao Reino de Portugal em 1910, tendo obtido no anterior sufrágio democrático uns míseros 5%.
5. Logo, fácil é concluir que o assalto às cadeiras do poder justifica todas tropelias, bastando cobrir com o véu diáfano da mentira a operação viciada, repetindo esta continuadamente, até se tornar uma verdade oficial.
6. Tanto a partidocracia liberal como a socialista enfermam do mesmo mal - a presunção da auto promovida média burguesia estar vocacionada para as cadeiras do poder; algo semelhante acontecendo aos sequazes do comunismo que imitam a cúria do Vaticano em que os vermelhos cardeais pontificam.
7. O cooperativismo, como escola cívica e comunitária, através da multiplicação das células cooperativas será a Grande Muralha para conter as incursões dos bárbaros, isto é, dos capitalistas e plutocratas, abrindo o caminho para o regresso do rei.
Nau
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Nº. 1795 - Portal Comunalista
1. Sendo a figura do rei a natural referência da comunidade esta celebrava o aniversário do respectivo soberano com pompa e circunstância.
2. Uma vez que a celebração de festas serve para reforçar o espírito comunitário e aumentar a coesão entre as diferentes comunidades da grande comunidade, a multiplicação de tais cerimónias é um facto transversal na história dos povos.
3. Por outro lado, bom é ter presente que a religião sempre foi o culto do irracional, aliando a prática eficiente do passado com a incerteza do futuro, explorada pelos sacerdotes do templo local onde se sacrificava o ciclo da reprodução, crescimento e morte.
4. Quando a comunidade, para lá da sua dimensão espacial e populacional, adquiria uma autonomia eficaz, esta era reforçada pela contenção de habituais conflitos com os povos vizinhos, sendo as diferenças entre os vários templos esbatida pelo culto politeísta, tal como se verificava na Grécia Antiga.
5. O domínio da burguesia consagrada pela revolução liberal esbateu a impetuosidade religiosa, bem como a consensualidade da figura do rei, sublimando a pátria como mercado em competição com outros mercados, apoiando-se em soberanos a prazo susceptíveis de um melhor conluio com as cores da sua preferência - entenda-se, dirigentes da sua conveniência.
6. Logo, o aniversário do soberano hereditário e vitalício, sinónimo da renovação e continuidade, foi progressivamente substituído pelo culto da pátria ao qual se procura associar figuras míticas, tanto de heróis como de santos, estes últimos para agradar aos fideístas compulsivos.
7. Sem dúvida que o 5 de Outubro de 1910 consagra o predomínio da burguesia capitalista e apaniguados, enquanto o 5 de Outubro de 1149 é a data da fundação do Reino de Portugal.
Nau
domingo, 16 de outubro de 2016
Nº. 1794 - Psyche
1. O conjunto de comportamentos relativos à satisfação da necessidade e do desejo sexual do bicho-homem ainda é campo para imensos desaguisados.
2. A identidade de género na puberdade por vezes é conflituosa, não se reconhecendo o indivíduo como homem ou mulher, sujeito a referências incapacitantes.
3. Embora a maturidade - passagem da infância para a adolescência - se verifique mais cedo para o biótipo feminino do que o masculino, ambos produzem estrogénios e testosterona adequados ao respectivo desenvolvimento.
4. O desejo sexual poderá conduzir o indivíduo ao êxtase em presença do objecto amado ou mera angústia pela frustração, esta determinada pelo cérebro em função de experiências vivenciadas.
5. A orientação sexual diz respeito à atracção que o indivíduo sente por outros indivíduos do sexo oposto (heteroafectismo) ou do mesmo sexo (homoafectismo), bem como por ambos, estes classificados como biafectivos.
6. Por vezes, a satisfação da necessidade e do desejo sexual do indivíduo é orientada para a exploração da inexperiência dos parceiros - estes ainda na fase da puberdade - ou para obtenção de vantagens pessoais - escravidão e/ou mera exploração com fins lucrativos.
7. Um relacionamento saudável é garantia para uma satisfação sexual equilibrada.
Nau
sábado, 15 de outubro de 2016
Nº. 1793 - Fim de semana 63
1. Adquirimos hábitos particulares nos círculos em que nos movimentamos - do restricto, mas de segurança, ao de formação e aventura, sendo a consciência pessoal condicionadora de atitudes emparelhadas com o comportamento de outrem.
2. O espírito de comunidade aqui defendido remonta aos tempos em que as trocas de bens essenciais se pautava pelas necessidades de cada um que não pela mera persecução do lucro. No cooperativismo monárquico, a figura do rei é a referência da comunidade, tal como no passado - reina, mas não governa - uma vez que nos recusamos a delegar o poder de decisão a outrem.
3. Graves problemas são expectáveis quando os países em franco desenvolvimento começarem a impor as suas próprias marcas nos mercados (onde adquiriram a tecnologia por si adoptada) mas a preços imbatíveis, amparados em cartéis pardacentos que apenas vêem grandes cifrões.
4. Dentro da doutrina cooperativista, seria bom que residentes na Europa, em África, no Novo Mundo e no Extremo-Oriente (Macau e Timor inclusive) viessem aqui expor as suas ideias/experiências. Quem ousará botar palavra?.
5. "A Língua Portuguesa", de Olav Bilac. é o soneto que nos ocorre quando, em comunidades distantes do nosso torrão natal, procuramos encontrar algumas expressões ou meras palavras que nos parecem familiares, correspondendo a sensação de estar só e incompreendido.
6. A actividade política que se verifica em Portugal tem muitas parecenças com as diferentes seitas religiosas que, além de serem fraudulentas e nefastas ao género humano, nada contribuem para a satisfação dos seus seguidores.
7. Logo, resta-nos a boa vontade daqueles que, na multiplicação das células cooperativas procuram satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais , escapando ao controlo de políticos corruptos e plutocratas manipuladores.
Nau
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Nº. 1792 - Luta Popular
1. Lutar, para quê?. A maioria da população continua empanturrada com os espectáculos futebolísticos, bem como as telenovelas em que os amores e os vilões pontificam.
2. Os mais comedidos nada querem saber da política, consumindo o ópio mencionado no parágrafo anterior com bastante moderação, mas alheios a qualquer tipo de actividade partidária, raramente participando nos actos eleitorais.
3. Apaniguados, idealistas ou meramente oportunistas pavoneiam-se nos corredores da política, sentenciosos quanto aos rumos que deverão ser seguidos, com o dedo sempre apontado aos exemplos que vingam no estrangeiro.
4. Por outro lado, certa juventude mais ilustrada e/ou simplesmente disponível, alinha em tudo que resulte em movimentações populares, com gritos de guerra e muita algazarra como se de um evento festivaleiro se tratasse.
5. A actividade política que se verifica em Portugal tem muitas parecensas com as diferentes seitas religiosas que, além de serem fraudulentas e nefastas ao género humano, nada contribuem para a satisfação dos seus seguidores.
6. Logo, resta-nos a boa vontade daqueles que, na multiplicação das células cooperativas, procuram satisfazer as suas necessidades económicas,sociais e culturais, fugindo ao controlo de políticos corruptos e plutocratas manipuladores.
7. A prática cooperativista, assente no diálogo e no consenso, é uma verdadeira escola democrática, aplanando o caminho para o regresso do rei.
Nau
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Nº. 1791 - Prelo Real
Língua Portuguesa
És, a um tempo, explendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela
E o arrolo da saudade e da ternura!
Amor o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que a voz materna ouvi: "meu filho!"
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O génio sem ventura e sem brilho!
Olavo Bilac
(1865 - 1918)
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Nº. 1790 - RAC
1. Escrever acerca das actividades das cooperativas portuguesas não é pêra doce.
2. Para uns, o simples facto de nos referimos a uma determinada unidade cooperativa poderá significar tácito entendimento ideológico.
3. Outros sugerem referências limitadas a unidades cooperativas sediadas fora de Portugal, nomeadamente no Brasil ou noutros países de expressão lusitana.
4. Porém, ninguém está disponível para coligir a pertinente informação e os membros da diáspora portuguesa encontram-se mais preocupados com o bem-estar próprio do que com uma acção cívica/ideológica.
5. A hipótese de encerramento deste espaço semanal foi avançado, mas candidatos para assumir o controlo do mesmo tardam em se manifestarem.
6. Dentro da doutrina cooperativista, seria bom que residentes na Europa, em África, no Novo Mundo e no Extremo-Oriente (Macau e Timor inclusive) viessem aqui expor as suas ideias/experiências.
7. Quem quer usar da palavra, digo, discorrer acerca deste assunto?
Nau
Nº. 1789 Doutrina Cooperativista
1. O cooperativismo não é um mero conceito associativo, mas a via sublime para dirimir a opressão da burguesia dominante.
2. Burgueses são os plutocratas, os partidocratas e todos aqueles que pretendem ser a nova aristocracia, tais como o Kim Jong-Un da Coreia do Norte, os Castros de cuba e os Trumps norte-americanos.
3. Tanto os liberais como os socialistas confraternizam com os burgueses dos fartos cabedais - ora fechando os olhos à escapadela do pagamento dos devidos impostos, ora protegendo as suas negociatas - na mira de fabulosas luvas.
4. A fim de obviar conflitos laborais nos países da vanguarda industrial, estes vendem a sua tecnologia ao terceiro mundo onde a mão-de-obra, sendo mais barata, permite o fornecimento dos artigos indispensáveis nas modernas sociedades a preços moderados.
5. Graves problemas são expectáveis quando os países em franco desenvolvimento começarem a impor as suas próprias marcas nos mercados tradicionais e a preços imbatíveis, amparados em cartéis pardacentos que apenas vêem grandes cifrões.
6. Por outro lado, pseudo unidades cooperativas continuarão a medrar por tudo que é sítio para embaraço delas mesmas e exemplo corrosivo daqueles que nada fazem de positivo, mas continuadamente criticam.
7. Claro que o objectivo das unidades cooperativas é satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados que não espingardear atrasados mentais da vizinhança.
Nau
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Nº. 1788 - Portal Comunalista
1. Os dias de hoje são pouco adequados ao debate de ideias pelo que os confrontos têm lugar até do mesmo lado da barricada.
2. Embora de portas escancaradas e de temas explícitos, até nós apenas a peregrinação diária de um brasileiro se verifica, entrando este mudo e saindo calado, numa obstinação doentia.
3. O espírito de comunidade aqui defendido remonta aos tempos em que as trocas de bens essenciais se pautavam pelas necessidades de cada um que não pela mera persecução do lucro.
4. Uma vez que a função das unidades cooperativas é satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados, discriminações raciais, políticas ou religiosas são aqui irrelevantes.
5. O liberalismo, impulsionando a competição, dá azo a que abastados burgueses - os plutocratas - financiem a produção e o consumo a nível global. Logo, a pátria é mero mercado em competição com outras pátrias da mesma sorte.
6. Por outro lado, o socialismo, tendencialmente monopartidário, expressa a fome de poder da burguesia dominante através de um centralismo piramidal em que a base se distancia do vértice progressivamente.
7. No cooperativismo, a figura do rei é a referência da comunidade - reina, mas não governa - uma vez que nos recusamos a delegar o poder de decisão a outrem.
Nau
P.S.: Não somos patriotas; somos comunalistas - el-rei é a nossa referência.
domingo, 9 de outubro de 2016
Nº. 1787 - Psyche
1. O linguajar permite adquirir conhecimento, isto é, a consciência das coisas.
2. Pela imitação de gestos e sons articulados dialogamos, sendo o comportamento dentro da comunidade pautado por séculos de convivência.
3. Adquirimos hábitos particulares nos círculos em que nos movimentamos - do resricto, mas de segurança, ao de formação e aventura.
4. Da emoção pacífica ou convulsiva resta o sentimento, e a multiplicação destes a tomada de consciência.
5. O bem-estar e as imagens captadas - tácteis, sonoras, odoríferas, etc. - são padrões mentais perenes e/ou circunstanciais.
6. A consciência é fenómeno pessoal condicionador de atitudes, estas emparelhadas com o comportamento de outrem.
7. Logo, o simples linguajar é o alicerce da consciência.
Nau
sábado, 8 de outubro de 2016
Nº. 1786 - Fim de Semana 62
1. A convivência (seja ela qual for a dimensão da comunidade) proporciona orientação e confiança, mantendo-nos mais saudáveis, tanto mental como fisicamente, num universo em permanente mudança.
2. Os fracos conhecimentos doutrinários tornam fracas a forte gente da asneirada e, enquanto uns amesendam na democracia partidocrática, outros refugiam-se na crendice tradicional, sendo ambas fraude e nefastas ao género humano.
3. Todo o mundo tem presente que a cooperativa é uma associação muito especial, gerida e financiada pelos sócios e, à semelhança de uma SARL, tem uma direcção, uma assembleia geral, um conselho fiscal, etc., porém a sua actividade não é regida por ojectivos lucrativos.
4. Os nomes dos promotores de causas tradicionalistas de certo ficam na História, à semelhança dos conjurados de 1640, bastando consultar as profundas lucubrações disponibilizadas pelos imortais mestres nos espaços da Internet para nos rendermos às suas evidências.
5. Recordar António Aleixo (A Torpe Sociedade Onde Nasci) é um refrigério. De facto, no Portugal dos pequeninos poucos sentem o dilema desta torpe sociedade burguesa de ser vítima (em número crescente) ou ser algoz - a minoria dirigente com largo número de apaniguados e de angélicos apoiantes.
6. Como é sabido, tendo a República sido proclamada em Loures no dia 3 de Outubro de 1910, apenas dois dias mais tarde foi rectificada pela "carbonária" e os maçons do movimento republicano que, no último acto eleitoral, obtivera 5% dos votos apurados.
7. Sem dúvida que, no Portugal dos pequeninos, as mentiras repetidas se tornam realidades - que o diga o mestre António Costa na sua caminhada para o próximo acto eleitoral.
Nau
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Nº. 1785 - Luta Popular
1. Ao longo dos séculos, os seres humanos têm procurado viver em comunidades, segundo as práticas mais vantajosas e os exemplos de comprovado sucesso.
2. Constituindo relações de interacção entre si e procurando fixar-se em regiões que oferecessem maior segurança, rica em produtos alimentares naturais e/ou por si cultivados, os seres humanos fizeram história.
3. A acção no tempo e no espaço analisada e cientificamente registada dos povos que viveram num determinado local são a cultura e razão da sua existência, embora sedimentada em alguns mitos e crenças orquestradas por interesses particulares.
4. Por outro lado, as características peculiares de uma determinada região e de uma população rural enamorada pelo mar, aliada à força de um jovem chefe carismático, deu origem ao nascimento do Reino de Portugal.
5. Dom Afonso Henriques, reconhecido como infante das terras entre o Douro e o Minho pelo seu primo Afonso VII de Leão e Castela - Tratado de Zamora datado de 5 de Outubro de 1143 - foi sagrado soberano de Portugal pelo papa.
6. Como é sabido, tendo a República sido proclamada em Loures no dia 3 de Outubro de 1910, apenas dois dias mais tarde foi rectificada pela "carbonária" e os maçons do movimento republicano que no último acto eleitoral obtivera 5% dos votos apurados.
7. Logicamente celebramos o 5 de Outubro como a data da fundação do Reino de Portugal, compreensíveis para o normal atraso dos republicanos.
Nau
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Nº. 1784 - Prelo Real
A Torpe Sociedade onde Nasci
Ao ver um garotito esfarrapado
Brincando numa rua da cidade,
Senti a nostalgia do passado
Pensando que já fui daquela idade.
Que feliz eu era então e que alegria...
Que loucura a brincar, santo delírio!...
Embora fosse mártir, não sabia
Que o mundo me criava p'ra o martírio.
-
Já quando homenzinho é que senti
O dilema terrível que me impôs
A torpe sociedade onde nasci:
- De ser vítima ou ser algoz...
E agora é o acaso que me guia.
Sem esperança, sem um fim, sem uma fé,
Sou tudo: mas não sou o que seria
Se o mundo fosse bom - como mão é!.
Tuberculoso!... Mas que triste sorte!
podia suicidar-me, mas não quero
Que o mundo diga que me desespero
E que me mato por ter medo à morte.
António Aleixo
(1899 - 1949)
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Nº. 1783 - RAC
1. A fome de imortalidade é tão grande que até uma dezena de tradicionalistas organizam almoçaradas para subscreverem estatutos pelos próprios redigidos.
2. O patético de tal acto reside no facto da elaboração e aprovação do dito documento poder ter sido realizado em mera assembleia dos ilustres tradicionalistas e facultado oportunamente aos eventuais interessados.
3. Porém a ideia do congresso impressiona os simplórios dando azo a grandes manchetes na comunicação social - tanto a escrita como o audiovisual - alardeando o nome das nobilíssimas personagens envolvidas.
4. Suponho que o evento desportivo entre o "cascalheira" e o "moscavidense" tenha relegado para um segundo plano as noticias relativas a tal congresso, acrescida da impossibilidade de suplantar a verborreia do engraçadinho António Costa.
5. Certo é o nome dos promotores de causas tradicionalistas terem ficado na História, à semelhança dos conjurados de 1640, bastando consultar as profundas lucubrações disponibilizadas por tais nobres mestres nos espaços internéticos para nos rendermos à evidência.
6. Bom é ter presente o valioso contributo dos vetustos congressistas no espaço internético acerca da História, da Família e, sobretudo, da Nobreza que, como todos têm presente, vale tanto como os Patrícios da Roma Antiga.
7. A classe média burguesa continua no seu melhor, isto é, na mesma - e paz à sua alma.
Nau
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Nº. 1782 - Doutrina Cooperativista
1. Todo o mundo tem presente que a cooperativa é uma associação muito especial, gerida e financiada pelos sócios.
2. À semelhança de uma SARL, a cooperativa tem uma direcção, uma assembleia geral, um conselho fiscal, etc., mas a sua actividade não é regida por objectivos lucrativos.
3. Por outro lado, à semelhança do que acontece com os membros das associações recreativas, estes nada têm a receber quando do afastamento definitivo na qualidade de sócios.
4. Nunca é demais repetir que o objectivo das células cooperativas é a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos seus associados.
5. Logo, não basta ser sócio de uma cooperativa dado que os benefícios sublinhados no parágrafo anterior apenas são possíveis numa prática regular.
6. Uma vez que não são cultivadas discriminações sociais, políticas e religiosas nas unidades cooperativas, estas são a verdadeira escola democrática da comunidade.
7. Claro que a multiplicação das células cooperativas numa comunidade tornará esta mais sã e justa, sem soberanos a prazo.
Nau
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Nº. 1781 - Portal comunalista
1. Exercitados na prática da argumentação clubista, os debates na Internet não passam de mútuos insultos, entre os apparatchiks, que vão do arroto ao zurro.
2. Os fracos conhecimentos doutrinários tornam fracos a forte gente da asneirada e, enquanto uns amesendam na democracia partidocrática, outros refugiam-se na crendice tradicional, sendo ambas fraudes e nefastas ao género humano.
3. Direitos evocados por dá-cá-aquela-palha e a toda a hora, escamoteiam as implícitas obrigações, estas remetidas para as profundezas do esquecimento, aligeiradas por fortes apadrinhamentos e gentis apaniguados.
4. A natureza humana é muito complicada, exigindo padrões consagrados e consensos a par de ponderadas decisões que prontamente são passadas a terceiros (exímios delegados e ronhosos dirigentes saídos da grande barca burguesa) assumidos como providenciais condottori.
5. Claro que a fome de poder dá asas à imaginação, impondo os mais afoitos a sua presença em assembleias e actos oficiais em que os meios de comunicação social estão presentes; ostentando títulos académicos de duvidosa proveniência, sempre apoiados pela cor da sua afeição.
6. Entre os monárquicos organizam-se congressos para a aprovação de estatutos, mediante a evocação de santos e orações rezadas, para a dezena de congressistas presentes das causas sem efeito engolirem o seu repasto.
7. A esquerda republicana herda um Costa nas suas tamanquinhas; as futuras gerações herdam uma dívida pública colossal - "... só não há um Costa que do Costa livre a gente".
Nau
domingo, 2 de outubro de 2016
Nº. 1780 - Psyche
1. Nunca estamos sós. Os adultos protegem as suas crias, partilhando alimentos, o espaço vital e as mesmas lutas.
2. A convivência proporciona orientação e confiança, mantendo-nos mais saudáveis, tanto mental como fisicamente, num universo em permanente mudança.
3. Logo, a solidariedade é um estímulo necessário, dando azo à cooperação; tornando suportável a companhia dos outros que não o isolamento, este vizinho da insegurança.
4. A interacção faculta o conhecimento acerca dos outros - avaliações, percepções e até crenças - pelo que o bem-estar colectivo depende tanto dos outros como de nós próprios.
5. Espontaneamente procuramos emparelhar com outrem por reconhecer melhores aptidões e/ou desejar um envolvimento mais duradouro, tanto afectivo como objectivo.
6. As primeiras impressões criam expectativas, condicionando a acção conjectural e o reconhecimento de valores - tudo aquilo que é útil ou poderá favorecer a nossa realização pessoal.
7. O impacto da minoria em grupo alargado depende da forte convicção nos objectivos estabelecidos.
Nau
sábado, 1 de outubro de 2016
Nº. 1779 - Fim de Semana 61
1. Um fluxo contínuo de energia alimenta, o tecido e os órgãos do corpo humano. Logo, os alimentos que consumimos e o ar que respiramos deverão ser criteriosamente seleccionados.
2. A cabeça de António Costa continua a prémio e as jogadas políticas não param, afirmando os amesendados que a situação económica do país melhora a olhos vistos; o contrário vocifera a oposição - a maioria da população recebe níqueis, porém o número redondo anunciado é impressionante.
3. De facto, a competição é estimulada desde a infância, ao invés dos padrões morais da comunidade que, durante séculos, procuraram incentivar preceitos de convivência harmoniosa ou laços consolidares, estes preservados por sacerdotes como fundamento religioso.
4. A burguesia republicana sublima a delegação do poder de decisão a terceiros por via de sufrágios demagógicos, impostos pelo grande capital, satisfazendo a fome de poder de políticos menores e dos respectivos apaniguados.
5. Fernando Assis Pacheco procura chocar o inadvertido leitor com um soneto em que o tema e as palavras escritas são de uma vulgaridade extrema, denunciando a sua pose contestatária em que o burguês pretende atingir os seus pares.
6. Como é óbvio, tanto o liberalismo como o socialismo jamais solucionarão os problemas normalmente agravados pela intervenção de demagogos, estes provenientes de resultados eleitorais aleatórios.
7. A luta popular consiste logicamente no robustecimento e multiplicação das células cooperativas.
Nau
Assinar:
Comentários (Atom)