sábado, 6 de setembro de 2014

Nº. 1025 - Portal Comunalista


1. O diálogo pressupõe a troca ou discussão de ideias, de conceitos, de opiniões entre duas ou mais pessoas.

2. A fim de que haja uma comunicação harmoniosa e melhor entendimento, espera-se que os intervenientes de qualquer debate observem uma certa delicadeza no relacionamento entre si, tanto em assembleias restrictas, como nos espaços internáuticos

3. Claro que a falta de diálogo ou pouca prática nesse tipo de comunicação descamba em solilóquios em que a conversa consigo próprio dá azo à utilização de linguagem menos cuidada e a lamentáveis insultos que, em privado, se resumiriam à expressão de filhos da mãe.

4. Supostos monárquicos (raros têm sido aqueles que, logicamente, esclareceram a sua opção) recentemente envolveram-se em discussões de lana-caprina acerca do presuntivo herdeiro da Coroa Portuguesa, contestando a aclamação realizada pelos abencerragens quando da morte do último soberano reinante (sem descendência), efectuada na linha tradicional de "Rei morto, Rei posto" ou "Morreu o Rei, Viva o Rei".

5. Pretender que na assembleia do fechado regímen partidocrático vigente - em que a eleição do Chefe de Estado faz parte do jogo sectário - se prenuncie acerca da substituição de um soberano a prazo por outro vitalício e hereditário é de uma ingenuidade excessiva.

6. Esperar que a simples mudança do regímen vigente por uma instituição secular (em que a figura do rei obvia as disputas partidárias no topo da comunidade) põe fim à corrupção impante e à série de políticos imaturos não é, propriamente, ingenuidade mas distração imperdoável.

7. Logo, urgente é abjurar a atitude ingénua e distraída dos mais, tomando consciência que a Monarquia significa governo de um só, isto é, do Povo e que a solução CMC (cooperativismo monárquico-comunalista) é uma boa acha para a reforma das mentalidades burguesas - tanto as liberais, como as socialistas ou sociais-fascistas.

Nau

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